Fonte: Telecom Online
Na última quinta-feira, o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, informou que os aparelhos celulares analógicos, ou os produtos criados no Brasil na década de 90 a partir das redes do serviço móvel, como o ruralcel ou ruralvan, deverão ser desativados em junho. A razão é a pequena quantidade de assinantes que utiliza a tecnologia AMPS, que vigora no país desde a introdução da telefonia móvel, no ano de 1990: apenas 13.087, cujos aparelhos pararão de funcionar com o desligamento das redes analógicas. Eles representam 0,01% dos 124 milhões de assinantes da telefonia celular no Brasil.
Após o desligamento, as prestadoras terão de fornecer um novo telefone a esses usuários, com tecnologia digital e sem qualquer ônus, afirma o gerente de regulamentação da área de telefonia móvel da agência, Bruno Ramos. Os aparelhos analógicos são os mais vulneráveis à intercepção clandestina. Os telefones celulares digitais em trânsito (roaming) também se fragilizam e se tornam sujeitos à clonagem através do uso de scanners, porque, fora de sua área de serviço, passam a operar automaticamente pela tecnologia analógica. O desligamento da rede analógica vai reduzir o risco de clonagem.
A visualização em 3D nos dois aparelhos exigirá o uso de óculos especiais.
Rede social anunciou que vai ampliar ações para combater esse tipo de propaganda.
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