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        <title>iMasters - marcela daniotti</title>
        <description>iMasters - Comunidade de profissionais, estudantes e mestres em tecnlogias e ferramentas voltadas para o desenvolvimento web</description>
        <link>http://imasters.uol.com.br/</link>
        <lastBuildDate>Wed, 10 Feb 2010 08:29:50 +0100</lastBuildDate>
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        <item>
            <title>Do ICQ vieste, ao ICQ retornarás</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15703/midiasocial/do_icq_vieste_ao_icq_retornaras/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15703/icq.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Alerta:
texto com trechos autobiográficos; a parte nerd está logo após a 2ª figura*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Olá,
PessoALL, tudo bem?&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Há poucos
dias pensei no ICQ. Sou um tantinho &lt;em&gt;Old School&lt;/em&gt; para algumas coisas e bateu uma
nostalgia legal. Confesso que fiquei surpresa com o retorno do ICQ (e com a
coincidência de ter pensado nele poucos dias atrás) e se li alguma notícia
sobre a sua volta, passou batido.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O ICQ
surgiu em 1996. Eu, com meus 12 anos na época, achava aquilo ultra mega hiper
master blaster fantástico. Como a conexão era discada, era um parto ficar
online. Ou acessava meu zipmail ou entrava no ICQ, não tinha tempo suficiente
para os dois. Eu olhava para aquela &quot;florzinha girando&quot; (na verdade era, como ainda
é hoje, uma pétala girando) como um cachorro encara o galeto na padaria. Eu
lembro que rezava para conectar, fazia até carinho no monitor, falando
baixinho: &quot;vai, conecta, por favoooor&quot;. Quando a buzina soava, era só alegria.
Momento epifânico. Sou um ser online pensante!&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Eis que
alguém mandava uma mensagem: &lt;strong&gt;&quot;Oh-Ow&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&quot;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt; Era incrível demais imaginar que a outra
pessoa estava em sua casa, da mesma forma que eu, vidrada na telinha do
monitor, e o melhor: querendo falar CO-MI-GO! Eu sentia que era a pessoa mais
importante do mundo. Era uma realidade muito diferente, tanto para a época
quanto para uma menina de 12 anos, que até então tinha como única diversão
andar de patins no play, esfolando o joelho dia sim, dia também.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;E quando
alguém enviava algum arquivo pelo ICQ? Geralmente fotos... Eram fotos
escaneadas, que vinham no cantinho de uma folha A4 (meus amigos não tinham
noção do recurso crop) e os arquivos eram IMENSOS. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Na maioria
das vezes, a conexão caía no meio do papo. Era meu pai ou minha mãe tentando
usar o telefone (motivo de brigas acaloradas em casa). &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Não consigo
lembrar ao certo do momento em que abandonei o ICQ. Nem para onde fui depois
dele. Só sei que o abandonei.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15703/starwars.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Eis que,
num mundo dominado pelas redes sociais, ele ressurge das cinzas. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O novo ICQ,
hoje propriedade da AOL, tem como mote a INTERATIVIDADE.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O ICQ 7.0
reúne todas as interações sociais da web. Estamos falando de twitter, facebook,
youtube, flickr, digg, delicious, etc. Isso quer dizer que você não precisa
mais abrir várias abas em seu navegador. Basta instalar o ICQ 7.0, configurar
as integrações é TCHAAAAN, tá tudo lá.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Além disso,
uma vez que você atualiza seu status no ICQ, todas as suas redes sociais são
atualizadas e fazem a mesma publicação.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Para
garantir que você não perde nada, o novo ICQ também possui uma aba de
atualizações e feeds de amigos em tempo real.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Quer saber,
bullet time. Vou listar os novos atributos de uma vez:&lt;/p&gt;


&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Feeds
de Amigos: Visualize as atualizações dos seus amigos de forma real-time em uma
das abas do ICQ;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Caixa
de Status: Ao atualizar sua caixa de status, seu twitter e facebook também são
atualizados;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Minhas
Notificações: Aqui você visualiza todos os comentários e respostas das suas
atualizações;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Compartilhamento
de imagens: abaixo&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15703/compartilhamento.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Perfil:
Mais abrangente, acolhe seus dados pessoais, fotos, e permite a configuração
das suas atualizações;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Importação
dos contatos: A partir de outros serviços como redes sociais, emails e
comunicadores instantâneos, é possível ampliar sua lista de contatos do ICQ.&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Lista
de Contatos: A cada update de seus amigos, um ícone da rede social atualizada
aparecerá ao lado do nome e imagem de exibição&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Guia
SMS: Ainda um pouco limitado, o recurso promete a comunicação entre celular e
ICQ.&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Achei muito
interessante a sacada do novo ICQ: é uma reunião dos principais conceitos da
social web em uma única plataforma.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Gostaram?&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Obs.1: Como
uma boa cyber fifi, ouvi dizer por aí que a AOL talvez queira vender o ICQ.
Possíveis interessados: Google e Skype.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Obs.2:
Alguma pergunta? Use o campo de comentários abaixo ou pergunte &lt;a href=&quot;http://www.formspring.me/madaniotti&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.formspring.me/madaniotti&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;That's all,
Folks!&lt;/p&gt;

</description>
            <author>marcela.daniotti@gmail.com (Marcela Daniotti)</author>
            <pubDate>Thu, 28 Jan 2010 10:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15703</guid>
        </item>
        <item>
            <title>CPA Advertising: o pulo do gato!!</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15616/publicidade/cpa_advertising_o_pulo_do_gato/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15616/pai_online.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Olá, PessoALL!
Tudo bem?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pergunta: o
que você diria se o seu chefe de repente dissesse que só pagaria o seu salário
se você apresentasse um determinado resultado?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Posso
prever, mas palavrão aqui não dá para escrever.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora
respondam: e se você pudesse pagar por seus anúncios online somente em casos de
conversão (lembrando sempre que conversão não é somente venda)?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ótimo, não
é mesmo? Perfeito.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;CPA (Cost-per-Acquisition ou Cost-per-Action) é um modelo de
publicidade online em que o anunciante só paga por conversão. O tráfego gerado
é por conta da casa. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O que
podemos chamar de conversão?&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Venda
propriamente dita;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Preenchimento
de formulário;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Downloads;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Opt
in;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Etc.&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;E o lead,
Marcela, cadê? Não pode ser conversão?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pode, mas
existe outro modelo chamado &lt;strong&gt;CPL&lt;/strong&gt;, não sei se considerado pela maioria. Decidi
separar porque achei bacana a forma como ele é descrito (tirei &lt;a href=&quot;http://publicatudoinfo.blogspot.com/2009/06/programas-afiliados-siglas-cpa-x-cpc-x.html&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;daqui&lt;/a&gt;):&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;CPL significa Cost Per Lead. É adotado para calcular quanto o programa de
afiliado pagará por indicações feitas através do seu site para o programa
desejado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como
funciona?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Você
determina o que será convertido, a quantia de conversões desejadas, sobe sua
campanha e, quando atingir o número estipulado, seu anúncio deixa de ser
exibido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando é
vantajoso utilizar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Quando
o seu budget é pequetito (não vale à pena desperdiçar);&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Quando
publicidade online não é tão eficiente assim para você (mas também não dá para
não investir);&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Quando
você quer testar: antes de subir uma campanha grande, talvez seja interessante
prever o índice de conversões.&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Obs.1: Dá
para brincar de CPA no Adwords? Leia &lt;a href=&quot;https://adwords.google.com/support/aw/bin/answer.py?hl=br&amp;amp;answer=113231#&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Obs.2: Gostaram?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;That's all, Folks!&lt;/p&gt;

</description>
            <author>marcela.daniotti@gmail.com (Marcela Daniotti)</author>
            <pubDate>Wed, 20 Jan 2010 10:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15616</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Ask me anything!</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15514/webmarketing/ask_me_anything/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15514/do-not-disturb.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Olá, PessoALL! Como estamos?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hoje falaremos de um assunto que ganhou notoriedade no
finalzinho de 2009. É o tal de formspring.me.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O formspring.me é um serviço gratuito da empresa Formspring.
Há! Aposto que a maioria de vocês nem imaginava que existia uma empresa que já
atuava no mercado há algum tempo por trás disso. Pois bem, a Formspring nasceu
em 2006 e desde então vem crescendo bastante. Hoje a empresa atua em 110
países e, se vocês querem saber, entre seus clientes estão algumas empresas da
Fortune 500. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Qual é o &lt;em&gt;Core Business&lt;/em&gt; deles?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Formulários Web que se integram aos sites dos clientes de
maneira simples, sem programação, sem instalações, sem dor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se a idéia era lançar o serviço gratuito para alavancar o
produto principal, eu não sei. Caso tenha sido esta a estratégia, arrisco dizer
que o tiro saiu pela culatra. O site de perguntas pode ter suplantado o produto
cobrado dos caras.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando comecei a escrever este artigo, pensei em abordar
como o mundo corporativo poderia tirar proveito do Formspring.me. Quando
descobri a existência de um produto voltado para os negócios, por um breve
momento desanimei e pensei: &quot;é... esse 'negócio' é mesmo para puro
entretenimento. Vou procurar outro assunto para escrever&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas peraí! Criatividade é o que não falta na cabeça dos
profissionais de Internet. Principalmente quando estamos falando de
brasileiros! Vamos usar isso de forma profissional, sim!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como o iMasters é interativo e todo comentário é, na verdade, um complemento para o artigo, vou colocar somente alguns possíveis usos que
vislumbrei. Caso alguém pense em mais algum outro uso, por favor: &lt;em&gt;mi artigo, su
artigo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;1. Fale conosco&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Através do Widget do Formspring.me, é possível
disponibilizar uma caixinha de perguntas em seu site. Ao substituir o sistema
de Fale Conosco via email, você deixa de responder individualmente inúmeras solicitações
e contatos com assunto repetido. Veja item 3 para entender como isso pode se
desenvolver.&lt;/p&gt;

&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;2.  Pesquisa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Acho que muita gente já ouviu falar de &lt;em&gt;Focus Group&lt;/em&gt; aqui, né?
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;Focus Group&lt;/em&gt; é uma modalidade de pesquisa de mercado
qualitativa onde um grupo de 8 a 12 participantes debatem sobre determinado
tema na presença de um moderador (que estimula a interação) por aproximadamente
1h30. Os participantes sentam-se ao redor de uma mesa disposta em uma
sala espelhada, de forma que os clientes que encomendaram a pesquisa possam
observá-los. Talvez aí more o problema.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Utilizar o Formspring.me neste caso é interessante, já que
pode reunir bastante conteúdo de poucas pessoas, mas negligencia a observação
da comunicação não verbal. Gestos em conversas às vezes dizem mais que
palavras. Outro ponto é a comunicação que pode ficar truncada, limitando-se a
um diálogo entre &quot;moderador&quot; e entrevistado. 
Entretanto, o sistema ainda pode ser aproveitado como ferramenta de pesquisa,
baseado em perguntas e respostas simples.&lt;/p&gt;

&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;3. FAQ&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Eureka! Aqui está o uso que achei mais adequado. Empresas de
todos os portes podem montar seu FAQ (&lt;em&gt;Frequently&lt;/em&gt; Asked Questions) no Formspring.me. A empresa pode disponibilizar suas próprias
perguntas. Já as perguntas feitas por usuários devem passar por um crivo e
repetições não devem ser publicadas. Entretanto, devem ser consideradas e
devidamente analisadas. Aliás, a importância está na quantidade de repetições.
Muitas ocorrências podem apontar para um possível gap na comunicação com o seu
público. A partir de dúvidas recorrentes, você pode ajustar muitas coisas. Só
tome cuidado para não virar atendente de suporte técnico, hein?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um bom exemplo de FAQ está no formspring do Governo de São
Paulo: &lt;a href=&quot;www.formspring.me/governosp&quot;&gt;www.formspring.me/governosp&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h4&gt;Sugestões&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Não tenho pretensão alguma de sugerir qualquer coisa,
afinal, os desenvolvedores devem pensar nisso o tempo inteiro. Vou colocar aqui
o que eu acredito estar na To Do List deles:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Recurso interno de buscas&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Classificação das perguntas por categoria&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Ranking de respostas por popularidade&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Ação nos links&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Como a maioria, também não tenho certeza se o formspring.me
vai para frente. Talvez seja realmente um modismo; talvez não. Nosso papel é
pensar fora da caixa e antecipar tendências, concordam?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Espero que tenham gostado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;That`s
all, Folks!&lt;/p&gt;

</description>
            <author>marcela.daniotti@gmail.com (Marcela Daniotti)</author>
            <pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15514</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Social CRM</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15333/webmarketing/social_crm/</link>
            <description>&lt;p&gt;Olá, PessoALL!&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Há algum tempo tenho vontade de escrever sobre CRM por aqui.
No entanto, ficava pensando em como poderia abordar o assunto de forma bacana e
coerente com a temática da coluna. Foi quando li algo que me chamou a atenção:
empresas modernosas têm integrado o CRM tradicional com os resultados das ações
em Social Media.  Como eu não sou nada
original e totalmente previsível, vou colocar a definição de CRM aqui, só por
desencargo de consciência, ok? Como sempre, Wikipedia:&lt;/p&gt;


&lt;blockquote&gt;Customer
Relationship Management (CRM)
é uma expressão em inglês que pode ser traduzida para a língua portuguesa como Gestão
de Relacionamento com o Cliente. (...) Foi criada para definir toda uma
classe de ferramentas que automatizam as funções de contato com o cliente. Essas
ferramentas compreendem sistemas informatizados e fundamentalmente uma mudança
de atitude corporativa, que objetiva ajudar as companhias a criar e manter um
bom relacionamento com seus clientes, armazenando e inter-relacionando de forma
inteligente informações sobre suas atividades e interações com a empresa.&lt;/blockquote&gt;


&lt;p&gt;As práticas do CRM tradicional são voltadas a atividades
operacionais. A partir do momento que aliamos os resultados das campanhas de
mídia social ao controle do CRM (geralmente feito por softwares), algumas
coisas mudam de figura.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Além dos benefícios operacionais, o envolvimento de Social
Media propicia maior engajamento, já que através da observação e análise das
conversas colaborativas é possível coletar inteligência e estabelecer a forma
mais adequada de relacionamento com cada tipo de cliente.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Além disso, quando pensamos em integrar Social Media ao CRM,
devemos ter em mente que estamos falando em um nível completamente diferente de
transparência. No CRM tradicional registramos aquilo que convém (não vou
discutir se isso é má fé ou não, cada empresa com seus valores), ou então
utilizamos as ferramentas como bloco de notas. A partir do momento que passamos a registrar também
aquilo que o cliente fala, estamos abrindo espaço para todo o tipo de
informação e começamos a lidar com um cenário muito mais sincero e honesto.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Outra mudança interessante na evolução do CRM tradicional é
a forma como a rede de relacionamentos é construída. As conexões deixam de se
limitar somente ao eixo cliente - empresa. Vejam:&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15333/diagram.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Os processos do CRM que envolvem conversas online seguem um
ciclo um pouco diferente. Como costumo reforçar, toda e qualquer ação que é
focada em relacionamento não deve esperar que a etapa final, de conversão, seja
a venda propriamente dita. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Observem o diagrama abaixo. O retorno financeiro aparece
como conseqüência, e não como etapa do ciclo. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15333/scrm_steps.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;br /&gt;É complicado escrever aqui um passo a passo de como integrar
Social Media ao controle do CRM, pois cada empresa possui seus métodos e
ferramentas. Generalizando, temos três
passos:&lt;/p&gt;


&lt;ol&gt;&lt;li&gt;

&lt;p&gt;Definir quais canais abrigam seus clientes, e quais são as
fontes para novos contatos. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Monitorar as conversas online;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Agregar todo o UGC relevante na Knowledge Base.&lt;/li&gt;

&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Espero que tenham gostado.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;That's all Folks!&lt;/p&gt;

</description>
            <author>marcela.daniotti@gmail.com (Marcela Daniotti)</author>
            <pubDate>Wed, 16 Dec 2009 10:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15333</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Social Media só depois das 18h</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15187/tendencias/social_media_so_depois_das_18h/</link>
            <description>&lt;p&gt;Olá, PessoALL! Como estamos?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Well, well, well. Na segunda-feira lancei uma pergunta no
twitter cujas respostas me deram a idéia de escrever este artigo:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&quot;O que perturba você na Internet?&quot;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Engraçado. As respostas que eu recebi não tinham nada a ver
com a Internet propriamente dita, mas com a &quot;falta&quot; dela. As pessoas reclamaram
do bloqueio de vários sites no ambiente de trabalho. Logo que vi isso, lembrei
de ter lido muito nos últimos tempos sobre o aumento do número de empresas (em
nível mundial) que vêm bloqueando quase todos os sites sociais em suas redes,
além de outras aplicações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Li também sobre as estatísticas brasileiras sobre acesso à
Internet e, vejam só: um número considerável de internautas ativos acessa a
Internet no local de trabalho.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pergunta&lt;/strong&gt;: Sua empresa tem investido $ e tempo em campanhas
de Social Media? As atualizações feitas ocorrem geralmente no &quot;horário-peão&quot;?
Será que o seu público tem acessado seu conteúdo com força total?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora chegou a hora de tocar na ferida: Você é a favor do
bloqueio ou da educação?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos ser sinceros, pessoALL! Para entendermos melhor a
situação, apresento-lhes o &lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;c1&quot;&gt;Zé Arrob@.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15187/ist2_5247847-the-lazy-worker.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Zé Arroba tem 25 anos.
Tem perfil no orkut, facebook,
twitter, youtube, flickr, ning, wordpress, blogspot, stumble, digg, vimeo,
last.fm, blip.fm, etc. etc. etc. Na workstation do Zé tem MSN, Gtalk, Skype, ICQ
(wow!), µtorrent, emule, limewire, etc. etc. etc. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Zé passa o dia inteiro pulando de perfil em perfil, faz
download de músicas e a sua taskbar parece uma árvore de natal, piscando em
laranja. Ninguém é melhor do que ele no esquema alt-tab. Vive rindo baixinho e
encaminhando email de piadas. Reconhece o tipo?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um belo dia, o chefe do Zé cansa disso tudo e resolve
bloquear todos os sites e aplicações. O que acontece? Escolha uma das
alternativas:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;a. (  ) O Zé Arroba
toma jeito na vida, é promovido, torna-se o principal responsável pelo
crescimento da empresa e vira capa da Você S.A., com a manchete &quot;O Executivo do
Ano&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;b. (  ) O Zé Arroba
entra em choque cyberfilático, vai para a copa da empresa e se suicida com a
ajuda da cafeteira.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;c. (  ) O Zé Arroba
arruma um jeito de continuar morcegando. Leva o iPod, o jogo de gamão, a
revistinha de sudoku e descobre o novo mundo do freecell.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Brincadeiras e exageros à parte, o que eu quero dizer é:
GESTORES DO MEU BRASIL, não culpem a Internet pela baixa produtividade dos seus
funcionários! Se o Zé não quer trabalhar, ele vai dar um jeito. Deixa o homem morcegar!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Não estou me candidatando à chapa dos websindicalistas, mas
ao meu ver existem duas situações e em ambas a culpa é da empresa:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;1) Meia dúzia de gatos pingados são &quot;Zé Arrobas&quot;: culpa
do RH. Caramba, como é que contrataram esse perfil? Dica: antes de contratar,
faça uma busca nos principais sites sociais e trace um perfil do sujeito. Você
consegue descobrir se ele é um hard-user ou não, se é folgado, se fala mal do
patrão, e outras coisas do arco da velha!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;2) A maioria das empresas é Zé Arroba: Sinto informar,
mas se isso acontece na sua empresa, algo de muito grave está rolando para justificar
a falta de interesse no trabalho. Invista em ações de endomarketing, campanhas
de incentivo, etc.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas vamos ter bom senso. Se queremos lutar por um ambiente
de trabalho livre, moderno e antenado, não devemos abusar. O computador da
empresa não é para uso pessoal do funcionário. Programas peer-to-peer são
pratos cheios para vulnerabilidades. O MSN pode ser substituído por
comunnicators e outros clients, com uso restrito para comunicação interna. Tudo
é uma questão de ajuste, conversa e educação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Espero que vocês tenham gostado!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;That's
all, Folks!&lt;/p&gt;

</description>
            <author>marcela.daniotti@gmail.com (Marcela Daniotti)</author>
            <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 10:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15187</guid>
        </item>
        <item>
            <title>White Papers na Era da Oportunidade</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15077/webmarketing/white_papers_na_era_da_oportunidade/</link>
            <description>&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15077/whitepaper.jpg&quot; /&gt;&lt;p&gt;Olá, PessoALL!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acredito que a maioria por aqui já tenha escutado falar
sobre White Paper, certo? Só para afinarmos o assunto, uma definição rápida
retirada da Wikipedia:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;&quot;&lt;span class=&quot;longtext&quot;&gt;Um White Paper é um relatório ou guia oficial que temc omo objetivo solucionar um problema e/ou dar diretrizes para sua resolução. White papers são usados para educar os leitores e ajudar as pessoas a tomar decisões. São freqüentemente utilizados na política e nos negócios&lt;/span&gt;&quot;&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Algumas empresas, percebendo que o apelo educativo é muito
apreciado pelo público em geral, começaram a escrever White Papers que
abordassem soluções compatíveis com seus produtos sem mencionar as marcas.
Exemplo: Uma Companhia X, que fabrica um composto orgânico emagrecedor, escreve
um White Paper sobre a importância das ervas no tratamento de doenças como
obesidade. E por aí vai.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Embora tenha usado o exemplo acima, a maioria dos White
Papers comerciais disponíveis é escrita por empresas do ramo tecnológico.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A pergunta que não quer calar: como isso pode gerar lead?
Simples.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Usuários ávidos por conhecimento não medem esforços para
acessar conteúdo relevante. Sabendo disso, as companhias disponibilizam os
White Papers através de download, realizado logo após o preenchimento de um
formulário. Aí está o pulo do gato. São essas informações obtidas no cadastro
que indicarão para a empresa se você é um prospect ou não. É possível ainda
trabalhar com filtros e critérios para que somente usuários qualificados sejam
considerados em sua base de dados. Se sua companhia já atingiu um nível de
maturidade alto, não existe nada mais satisfatório do que poder escolher seu cliente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Resumo da ópera: pessoas efetivamente interessadas no que
sua empresa faz (download do conteúdo) e que atendam aos requisitos para serem seus
clientes (filtros baseados em critérios de qualificação) são ótimas
oportunidades de negócio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas nada é tão simples, cara pálida. Vamos ver algumas
regrinhas para escrever e publicar os White Papers da forma mais eficaz.&lt;/p&gt;

&lt;h4&gt;01. Call-to-Action + Botão de Download &lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Um breve descritivo que provoque o usuário, junto com um
botão de download gratuito já farão a primeira parte do trabalho. Será difícil
resistir a um conteúdo grátis com uma chamada interessante.&lt;/p&gt;

&lt;h4&gt;02. Não aja como um
portador oficial do censo demográfico&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Cuidado com a quantidade de campos que você colocará em seu
formulário para download do White Paper. Determine alguns critérios para
qualificar o usuário e coloque no máximo 3 campos para informações de contato.
Afinal, você vai ter que falar com estas pessoas, certo?&lt;/p&gt;

&lt;h4&gt;03. Cuidado com o Jabá&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Como falamos anteriormente, o conteúdo de um White Paper
deve se restringir ao &lt;em&gt;approach&lt;/em&gt; educativo e abordar soluções. Basta mencionar o
nome do seu produto e listar suas infinitas vantagens e pronto, seu White Paper
acaba de se transformar em um Datasheet. &lt;/p&gt;

&lt;h4&gt;04. Distribua nos
locais certos&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Caso você não tenha estrutura própria para disponibilizar,
criar formulários e filtros, procure os portais de influência da sua indústria.
A maioria dos portais oferece o pacote de leads via download de White Papers
como &quot;espaço&quot; de publicidade. Como funciona: você compra um pacote com x leads
QUALIFICADOS (a maioria oferece garantia através de SLA), envia seu White Paper
e todo o trabalho fica a cargo do portal. Seu White Paper sai do ar assim que o
número de leads contratados for atingido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Minha opinião: os portais são mais interessantes para
abrigar seu White Paper do que seu próprio site, por algumas razões: (1) seu
site por si só já tendencia seu White paper; (2) O portal muito possivelmente tem um
número de acessos muito mais alto que o seu site; (3) A influência do portal
irá endossar seu conteúdo; (4) Deixe que o portal faça a parte operacional.&lt;/p&gt;

&lt;h4&gt;05. Acerte a mão nos
detalhes&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Um White Paper não pode ser muito evasivo, até porque sua
&quot;razão de ser&quot; concentra-se em esclarecer, resolver problemas. Mas também não
podemos entregar o ouro. Existe uma linha muito tênue entre não informar da
maneira correta e dar consultoria de graça. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Espero que tenham gostado!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;That's all, Folks!&lt;/p&gt;

</description>
            <author>marcela.daniotti@gmail.com (Marcela Daniotti)</author>
            <pubDate>Wed, 25 Nov 2009 11:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15077</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Em terra de curioso, quem tem resposta sai na frente</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15002/webmarketing/em_terra_de_curioso_quem_tem_resposta_sai_na_frente/</link>
            <description>&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15002/curioso.jpg&quot; /&gt;&lt;blockquote&gt;&quot;A curiosidade sobre a vida em todos os aspectos é o segredodas pessoas muito criativas&quot; (Leo Burnett)&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Olá PessoALL! &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vou começar com uma constatação. O ser humano é curioso por
natureza.  Segundo a Wikipédia,
&quot;curiosidade é a capacidade natural e inata da inquiribilidade, evidente pela
observação de muitas espécies animais, e no aspecto dos seres vivos que
engendra a exploração, a investigação e o aprendizado&quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para acalentar os corações aflitos dos curiosos
cibernéticos, alguns serviços denominados pela dupla Q&amp;amp;A (Questions &amp;amp;
Answers) surgiram. Com um jeitão cool, eles vieram para dar sentido à vida
daqueles que têm como ídolo o sinal de interrogação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Existem alguns sistemas muito interessantes, alguns mais
conhecidos na &quot;gringa&quot;. Os mais famosos em terras tupiniquins são o Yahoo!
Respostas e o Linkedin Answers.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como cada um funciona?&lt;/strong&gt; (Definições em 140 caracteres, amigáveis
ao Twitter)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Yahoo! Respostas
permite que você envie perguntas/ respostas, usando categorias, votando em
melhores respostas e ganhando pontos por isso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No Linkedin Answers,
você faz a sua pergunta, compartilha com quem achar adequado, e recebe as
respostas das suas conexões em até sete dias.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pois bem. Em uma definição bem simplória, nós, como
profissionais de marketing, trabalhamos para satisfazer o cliente. Se o que ele
é quer são respostas, devemos responder. 
Mais importante que isso, devemos responder ANTES que o concorrente. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As ferramentas de perguntas e respostas podem ser exploradas
pelas empresas que desejam investir em iniciativas de marketing digital. E
agora você se pergunta: Ok, e o que mais eu ganho com isso?&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Reconhecimento como um dos experts da indústria (se você
responde, é porque você sabe do que está falando, ou pelo menos deveria saber);&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Aumento no volume de tráfego;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Presença online;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Suporte ao SEO (ao utilizar palavras/frases chaves de seu
interesse)&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Não há muito segredo no estabelecimento de um cronograma.
Para começar a &quot;brincar&quot;, devemos:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Criar os perfis de resposta (ou pergunta, depende da sua
estratégia);&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Definir as categorias de questões a serem respondidas e
assinar os feeds de cada uma delas;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Checar diariamente as categorias;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Adicionar amigos;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Votar nas melhores respostas (mesmo que não sejam suas,
afinal, os marketeiros digitais gostam do fair play);&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Acompanhar as métricas para checar o aumento no volume de
tráfego.&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Espero que tenham gostado!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;That's all, Folks!&lt;/p&gt;

</description>
            <author>marcela.daniotti@gmail.com (Marcela Daniotti)</author>
            <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:30:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15002</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Web ouvintes, uni-vos!</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/14942/midiasocial/web_ouvintes_uni-vos/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/14942/podcast.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Olá, PessoALL!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quem aqui tem o hábito de ouvir Podcasts?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Podcasts são arquivos digitais em áudio distribuídos pela
Internet geralmente via RSS. Podem ser reproduzidos em PC's e/ou players MP3
portáteis.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Apesar de ter um apelo bem online, os podcasts podem
transitar com facilidade para o mundo offline. Quando o conteúdo é bom, por que
não colocar no iPod? Apesar de não ter
tanta força dentre as empresas que buscam novas iniciativas, eu considero o
recurso bem interessante e que traz um tom mais pessoal. Ouvir a voz de alguém
com certeza é muito mais íntimo que ler algo que a mesma pessoa escreveu.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Alguns sites disponibilizam as faixas para download e reprodução,
mas um dos fortes atributos que diferenciam os podcasts de outros arquivos de
áudio é a forma como se propagam: via RSS.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os
podcasts também são considerados uma importante ferramenta auxiliar no processo
de aprendizado. Pesquisando um pouco mais sobre o assunto, encontrei um modelo
no qual eles se encaixam, o modelo VAK: &lt;strong&gt;V&lt;/strong&gt;isual, &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;uditory (auditivo),
&lt;strong&gt;K&lt;/strong&gt;inaesthetic (cinestético).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/14942/VAK_DIAGRAM.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Conforme disse no começo do artigo, o Podcast não é tão &quot;fancy&quot;.
Além de ser diferente, com ele você tem:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Conteúdo disponível 24 x 7 (assim como os vídeos do
Youtube);&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Comunicação 1 a 1;&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Alto alcance (já que ele é distribuído via RSS)&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Para quem quer se aventurar no emaranhado de sons, aí vão
algumas dicas:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Defina o conteúdo a
ser divulgado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Isso não se aplica somente a podcasting, mas a qualquer meio
de publicação de conteúdo. Vá atrás daquilo que a sua audiência quer ouvir.
Escute outros podcasts. Idéias de conteúdo incluem: Entrevistas, artigos,
tutoriais, mensagens institucionais, etc. Só tomem cuidado com o Jabá. É
Podcast, não Spot.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gratuito ou pago?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Existem podcasts gratuitos e cobrados. Olha, pessoALL, eu não
sou muito simpática a esse lance de cobrar por conteúdo. Se você seguir este
caminho, lembre-se somente de que enquanto você está cobrando, tem um concorrente entregando.
De graça.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;

Divida um assunto em
vários episódios

&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tática bem explorada na criação de artigos, a divisão de
determinado tema em duas ou mais partes cai bem na gravação de podcasts
também. Esta técnica cria curiosidade no web ouvinte e ele passa a visitar e
ouvir sua produção com assiduidade. Mas cuidado para não criar falsas
expectativas: o conteúdo tem que ser bom para a 2ª, 3ª e seguintes visitas
valerem a pena.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Divulgue&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Podcasts vão bem em: &lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Sites&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Blogs&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Redes Sociais (Veja o aplicativo para Podcasts do
Facebook)&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Diretórios de Podcasts (veja o &lt;a href=&quot;www.gengibre.com.br&quot;&gt;Gengibre&lt;/a&gt;).&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;O que vocês acham?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;That's
all, Folks!&lt;/p&gt;

</description>
            <author>marcela.daniotti@gmail.com (Marcela Daniotti)</author>
            <pubDate>Thu, 12 Nov 2009 10:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/14942</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Social Media não faz milagre</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/14847/midiasocial/social_media_nao_faz_milagre/</link>
            <description>&lt;p&gt;Olá PessoALL!&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Há muita coisa publicada sobre Social Media. Parece que fomos apresentados a um mundo
mágico de relacionamento, onde todas as barreiras comunicacionais entre marca e usuário podem ser quebradas. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Confesso que adoro o tema e aconselho incluir iniciativas em mídias
sociais nas estratégias de marketing de toda e qualquer empresa. Entretanto,
existem lugares em que a Social Media não consegue entrar. A lista abaixo deve
servir como diretriz mas, mais importante, como desafio. Vamos lá?&lt;/p&gt;


&lt;h4&gt;Social Media não é capaz de:&lt;/h4&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Substituir
uma estratégia de marketing&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Uma campanha promocional no Twitter e uma página no Facebook estão longe
de ser uma estratégia de marketing. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Ser bem
sucedida sem a adesão da alta gerência&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Qualquer iniciativa em Social Media requer, inexoravelmente, vontade de
ouvir o cliente. Além disso, deve-se entender que, com base no feedback recebido,
mudanças devem ser feitas.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Entretanto, muitas empresas ainda funcionam sob a cultura do medo: medo
de perder o emprego, de perder o controle das mensagens e, principalmente, MEDO
DE MUDAR. A alta gerência deve comprar a idéia de investir em Mídia Social, ou
então tudo pode vir abaixo.  Os
executivos mais importantes da sua empresa devem ter CORAGEM DE MUDAR.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Ser vista
como um projeto em curto prazo&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Um projeto de Social Media não é algo tão simples, feito em uma única
tacada. Trata-se de um compromisso de longo prazo para a abertura,
experimentação e mudança que requer tempo para colher frutos. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Produzir
resultados relevantes e mensuráveis de forma imediata&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Uma das reclamações sobre Social Media é a dificuldade em mensurar
resultados. Gostaria de salientar que é possível mensurar sim, mas não da forma
convencional à qual estamos acostumados. As métricas de Social Media são
basicamente aquelas relacionadas a &lt;em&gt;engagement&lt;/em&gt;, popularidade e influência. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Os resultados não podem ser produzidos em curto prazo. Assim como
assessoria de imprensa, os resultados em Mídia Social vêm, em média, depois de
dois ou três anos. Mas tudo é bastante relativo: quando falamos de internet,
não há regras. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. Ser feito
em casa pela maioria das companhias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Uma campanha de Social Media bem sucedida integra-se à maioria dos
braços do marketing, incluindo Publicidade e Relações Públicas. Opiniões e
teorias são bacanas, mas não podem competir com os experts da área. Hoje os
melhores profissionais de mídia social têm quase 10 anos de carreira e sabem
muito sobre interatividade, blogs, UGC (user generated content) etc.
Geralmente, grandes empresas estruturam departamentos específicos para tratar
de Mídias Digitais e Sociais. Confie em profissionais; tentar fazer por conta
própria, reinventar a roda e utilizar as ferramentas erradas pode trazer
decepções e aí não adianta colocar a culpa na provável &quot;ineficiência&quot; da
campanha de Social Media.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. Aumentar
os lucros da empresa e resolver problemas de reputação manchada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Iniciativas em Social Media podem, eventualmente, entregar resultados de
forma relativamente rápida para empresas que JÁ SÃO ESTRELAS.  Entretanto, muitas companhias acreditam que
postar em um blog pode trazer rios de dinheiros ou reconstruir uma reputação
destruída. Sinto avisar, mas se você pensa assim... Sua empresa subiu no telhado.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;7. Ser bem
sucedida sem um budget adequado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Construir um site que incorpore conceitos de interatividade, permita
geração de conteúdo por parte do usuário e faça e-commerce não pode ser tarefa
para alguém que cobre barato e afirme saber o que está fazendo. Isso não
somente leva tempo, mas exige capacidade, experiência e conhecimento. Não há
espaço para barganhas exageradas.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;8. Garantir
vendas e/ou influência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Eu gosto muito de repetir que, quando estamos falando de Social Media, a
conversão não está relacionada diretamente a dinheiro. O objetivo principal das
iniciativas de Social Media é estabelecer mais pontos de contato entre cliente
e marca, ou seja: RELACIONAMENTO. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Uma campanha de Social Media bem feita e amarrada ao restante das
iniciativas de marketing ONLINE e OFFLINE contribuirá naturalmente para o
crescimento do volume de vendas, mas lembre-se que trata-se de um grande e
longo processo. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Outra coisa importante é ter os pés no chão e entender que seu blog,
canal de vídeos etc. não terá recorde de visualizações logo no lançamento. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;9. Ser feita
por &quot;crianças&quot; que &quot;nasceram sabendo&quot;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Mais uma vez tocamos no ponto da experiência profissional. Você até pode
pedir para prodígios realizarem seus trabalhos em mídias sociais, mas... Você
quer realmente correr o risco? Com que argumento você poderá cobrar um trabalho
bem feito? Investir em consultores que não tem experiência pode ser perda de
tempo e dinheiro. Existem profissionais que estudaram muito para isso, erraram
e aprenderam. Valorize-os, contrate-os e os pague. Não pega bem mandar email
pedindo consultoria de graça.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;10. Substituir
atividades em relações públicas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Não importa o qual maravilhosa seja sua estratégia de twitter, concurso
de vídeos, blogs, etc. Você
ainda precisa de publicidade.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O que vocês acham?&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;That's all, Folks!&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;PS: Pisei na bola, gente, desculpem! Agora, vamos citar os créditos, como mandam as boas práticas do mercado. Obrigada Allan e Fernando, nos comentários, sem vocês teria passado em branco!&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.digidaydaily.com/stories/ten_things_social_media_cannot_do&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;http://www.digidaydaily.com/stories/ten_things_social_media_cannot_do&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
            <author>marcela.daniotti@gmail.com (Marcela Daniotti)</author>
            <pubDate>Wed, 04 Nov 2009 11:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/14847</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Facebook Ads: vale a pena?</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/14760/publicidade/facebook_ads_vale_a_pena/</link>
            <description>&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;As redes sociais chegaram e estão arrastando cada vez mais usuários. Sejam amigos, vizinhos, seguidores ou qualquer outro nome que se dê aos que participam de uma dessas redes, o fato é que as empresas e agências de comunicação estão vislumbrando aí mais uma poderosa ferramenta para falar com seu público. Muito além de mandar mensagens e fazer propaganda, é preciso saber utilizar todo o potencial de cada rede social, com seu perfil distinto e público diversificado. Inovação nas redes sociais é o tema da primeira palestra do &lt;a href=&quot;http://www.intercon2009.com/programacao/&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;Ambiente Business&lt;/a&gt;, na área Novo Olhar Digital. Gil Giardelli, curador da área, convidou três grandes nomes para essa discussão: Marcelo Coutinho, diretor do Ibope Inteligência, Carlos Nepomuceno, do Instituto de Inteligência Criativa, e Sérgio Amadeu, doutor em Ciências Políticas e professor da pós-graduação da Cásper Líbero. Esse será apenas o começo de um dos três Ambientes do &lt;a href=&quot;http://www.intercon2009.com/inscricao/&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;InterCon 2009&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;


&lt;p&gt;O Facebook está &quot;bem na fita&quot;. Nos últimos dias, tivemos algumas notícias, tweets e vários retweets sobre a entrega da representação das vendas publicitárias da América Latina para uma agência de publicidade que tem escritórios por
todo o mundo, inclusive na cidade de São Paulo.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;De acordo com o que foi divulgado, o Facebook quer expandir sua área
publicitária e vai investir em diversos formatos que fomentarão a interação com
os usuários, segmentados por idade, gênero, país e idioma.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Muitas pessoas recomendam anunciar no Facebook; mas também existe o
outro lado. &quot;Googlei&quot; bastante e recolhi algumas opiniões bem interessantes.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Para os amigos webguerrilheiros que estão pensando em investir no
&quot;adwords do Facebook&quot;, vejam a lista e descubram se o esforço é válido para o
seu tipo de negócio.&lt;/p&gt;


&lt;h4&gt;Prós&lt;/h4&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;01. Franco crescimento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O Facebook vem apresentando números muito interessantes. Observe:&lt;/p&gt;


&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Mais de 250 milhões de usuários ativos&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Mais de 120 milhões de usuários logados pelo menos uma vez ao dia&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Média de 120 amigos por usuário&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Mais de 5 bilhões de minutos são gastos no Facebook por dia
     (mundialmente)&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Mais de 30 milhões de usuários atualizam o status pelo menos uma
     vez ao dia&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Mais de 8 milhões de usuários se tornam fãs de uma página, todos os
     dias&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Mais de um bilhão de uploads de fotos por mês&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Mais de 10 milhões de uploads de vídeos por mês&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Mais de um bilhão de atualizações de conteúdo (web links, blog
     posts, notas, fotos, etc.) compartilhadas por semana&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Mais de 2,5 milhões de eventos criados por mês &lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Mais de 45 milhões de grupos de usuários ativos por toda a rede do
     Facebook&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;02. Profile targeted&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Ao invés de focar em palavras-chave, os anúncios do Facebook focam em profiles e afinidades, com
critérios de segmentação bem interessantes. Mas é uma faca de dois gumes: essa &quot;metodologia&quot; pode
gerar algumas reações adversas (veja depois em contras).&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;03. Simples de configurar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Criar uma campanha no Facebook é muito simples. Basta seguir as
instruções e colocar informações de pagamento. Escolha um título, defina o
corpo do anúncio, uma imagem e a url de destino. Não muda muita coisa em
relação à configuração do Adwords, a não ser a facilidade de brincar com as
imagens. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;04. Pouca concorrência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Como o Facebook Ads ainda está nos primeiros passos, muito provavelmente
você não vai esbarrar no seu concorrente, até porque ele não sabe nada sobre redes
sociais e online advertising, ou pelo menos é assim que queremos pensar, não é
mesmo?&lt;/p&gt;


&lt;h4&gt;&lt;/h4&gt;


&lt;h4&gt;Contras&lt;/h4&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;01. Taxa de cliques muito baixa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Explicação: O
usuário aprendeu a ignorar aquilo que não é importante para ele. E, acredite, se
ele está atualizando o profile, jogando Farmville ou Máfia Wars, o seu anúncio pode ser bem irrelevante. Por que no Google funciona? Porque o Google é um ambiente de
buscas, e os anúncios que aparecem agregam valor àquilo que você procura.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;02. Credibilidade em
risco&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Vocês já repararam em alguns anúncios do Facebook? Existem tipos um tanto
quanto suspeitos: &quot;trabalhe em casa e enriqueça em um mês&quot;. Este tipo
de coisa denota picaretagem 2.0 e acaba prejudicando a reputação dos anúncios em geral.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;03. Onisciência
incômoda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Vários autores já
falaram sobre &lt;em&gt;behavioural target&lt;/em&gt; aqui no iMasters, então vou poupá-los da
duplicação. Muita gente simplesmente ABOMINA a idéia de ser monitorado através
de seu comportamento de navegação. Abaixo, um trechinho de um post que
encontrei em um blog:&lt;/p&gt;


&lt;blockquote&gt; &quot;(...) it often feels like Mr
Facebook himself is looking over your shoulder. I'm especially
bothered by the ads that start delving into your personal life and exploiting
your insecurities&quot;. Tradução livre: &quot;Parece que o Sr Facebook está sempre
nos vigiando por cima de nossos ombros. Estou especialmente incomodado com os
anúncios que se aprofundam em nossas vidas pessoais e exploram nossas
inseguranças&quot;.&lt;/blockquote&gt;


&lt;p&gt;Existem constatações para todos os tipos de opiniões.
O que vocês acham?&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Abaixo, um vídeo dos executivos do Facebook
discursando sobre o Facebook Ads. Enjoy it!&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;object data=&quot;http://www.youtube.com/v/-wHsfeWkXvM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot; height=&quot;398&quot; width=&quot;530&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/-wHsfeWkXvM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;never&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowNetworking&quot; value=&quot;internal&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/v/-wHsfeWkXvM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&quot;class=&quot;lefxumjviqdxlxparapf&quot;  class=&quot;ext&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Tha'ts
all Folks!&lt;/p&gt;

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            <author>marcela.daniotti@gmail.com (Marcela Daniotti)</author>
            <pubDate>Wed, 28 Oct 2009 11:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/14760</guid>
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