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<!-- iMasters Gerador RSS 2.0 -->
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        <title>iMasters - Artigos</title>
        <description>iMasters - Comunidade de profissionais, estudantes e mestres em tecnlogias e ferramentas voltadas para o desenvolvimento web</description>
        <link>http://imasters.uol.com.br/</link>
        <lastBuildDate>Wed, 10 Feb 2010 08:36:44 +0100</lastBuildDate>
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            <title>Criando raios de luz</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15852/photoshop/criando_raios_de_luz/</link>
            <description>&lt;p&gt;01. Pressione Ctrl+O e abra uma foto qualquer, no caso deste tutorial 
usaremos a foto abaixo. Caso queira utilizar a mesma imagem, &lt;a href=&quot;http://www.sxc.hu/photo/470762&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt; para fazer o download.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem1.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
02. Pressione Ctrl+J para duplicar a layer, vá em Filter&amp;gt; 
Blur&amp;gt; Motion Blur e defina os valores abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem2.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
03. Vá em Edit&amp;gt; 
Transform&amp;gt; Perspective, redimensione a imagem como na foto abaixo
 e pressione Enter para finalizar a transformação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem3.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
04. Pressione Ctrl+T para abrir a caixa de Free Transform,
 rotacione a imagem como na foto abaixo e pressione Enter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem4.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
05. Pressione Ctrl+I para inverter as cores, mude o modo de blend da 
layer para Color Dodge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem5.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
06. Sua imagem deverá ficar como a da foto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem6.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
07. Pressione a letra P para selecionar a Pen Tool, 
certifique-se de que a opção Paths esteja selecionada na barra de opções
 da ferramenta. Crie um Path pegando a borda da imagem que distorcemos, 
como na foto abaixo, clique com o botão direito do mouse dentro do Path e
 escolha a opção Make Selection. Vá em Selection&amp;gt; Feather,
 defina o valor de 5 pixels e pressione Ok.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem7.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
08. Pressione a letra E para selecionar a Eraser Tool. Escolha um brush de pontas macias e tamanho médio, passe dentro da 
seleção para suavizar a borda da imagem que distorcemos. Repita o 
procedimento no outro lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem8.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
09. Caso o efeito esteja muito brilhante, diminua o valor da opacidade 
da layer para suavizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem9.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
10. Pressione Ctrl+U para abrir a caixa de Hue/Saturation
 e defina os valores abaixo (caso queira o mesmo resultado do tutorial).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem10.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
11. No final, sua imagem estará como a da foto abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15852/imagem11.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participe deixando seu comentário, dúvida, sugestão,  ideias,
 exemplos ou simplesmente dizendo um &quot;olá&quot; nos comentários. Sua participação é extremamente importante!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;site de origem: &lt;a href=&quot;http://www.smalltutorials.com/Photoshop/Backgrounds/Natural-Light.html&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;http://www.smalltutorials.com/Photoshop/Backgrounds/Natural-Light.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
            <author>guitarfreaks@gmail.com (André Sugai)</author>
            <pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:15:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15852</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Remuneração por Leads - a evolução do webmarketing</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15831/webmarketing/remuneracao_por_leads_a_evolucao_do_webmarketing/</link>
            <description>&lt;p&gt;Você já ouviu
falar em geração de leads? Se trabalha na área comercial ou de marketing, é
provável que já tenha ouvido e, se ainda não conhece o termo, certamente irá
conhecer.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Sales_lead&quot;&gt;Wikipédia
define&lt;/a&gt; leads como a identificação de uma pessoa ou empresa que deseja adquirir
um determinado produto ou serviço. É o primeiro passo do processo de vendas. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Mas vejam bem, o
lead não é apenas uma análise de mercado onde se identifica um perfil de
público alvo e cria-se uma base de dados. Isso é mailing. Lead é uma pessoa ou
empresa pré-disposta a adquirir um serviço ou produto.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Os leads podem
ser gerados de diversas formas: Telemarketing, Mala Direta, E-mail marketing,
Eventos, e, mais recentemente, Websites. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;No Brasil
existem raras empresas que trabalham na geração de leads via web. Nos EUA esse
mercado é extremamente bem desenvolvido (lá chamado de referral) e na Europa está começando a amadurecer. As empresas que
captam leads via web trabalham fortemente com marketing de busca e com
programas de afiliados.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O melhor de tudo
é que as empresas que geram leads via web atuam num modelo de &quot;divisão de
risco&quot;, cobrando apenas por lead gerado. Todo o investimento em mídia,
desenvolvimento de sites, sistemas e análises é absorvido pelas empresas que
geram os leads e seus clientes pagam apenas por lead enviado. Ou seja, se a
empresa não gear nenhum lead, assume todo o custo de mídia e não recebe nada. E
dessa forma é muito mais fácil convencer os clientes, pois não não são necessárias
altas verbas de marketing, diversas aprovações, compra de espaços de mídia,
etc. Quem fornece os leads cuida de tudo. E a evolução do webmarketing.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Mas há quem não
goste desse modelo. Os leads são o terror das agências tradicionais, pois grande
parte do lucro destas vem de campanhas que não são comprometidas com
resultados. Quando se muda o modelo de marketing para a geração de leads não
adianta mais ficar criando diversas peças publicitárias, filmes, anúncios, etc,
se estes não gerarem retorno comercial. E é nessas criações que as agências
tradicionais ganham muito dinheiro. Ganham até dos veículos de comunicação
(BV).&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Outro segmento
que não pode ouvir falar em leads é o de televendas ativo. Quando se contrata
um call center para um trabalho ativo de televendas, paga-se por posição
contratada. Grandes empresas contratam centenas, às vezes milhares de posições
(PA's) e os call center conseguem uma ótima margem de lucro. Com os leads não é
mais necessário contratar 100 PA's. Com 10 PA's talvez se consiga entregar o
mesmo resultado. E quem contrata economiza 90 PA's.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Por fim, o
modelo de leads via web serve para praticamente todos os tipos de serviços e
alguns tipos de produtos. E um lead não funciona apenas com operações de
vendas. Um lead pode ser também um chamariz para uma negociação futura. Um
exemplo são leads de test-drive onde o interessado agenda um test-drive em
algum veículo, é gerado o lead e apenas após o teste a negociação se inicia.
Nos EUA e na Europa vendem-se leads de todos os tipos. Desde os leads tradicionais
como interessados em adquirir uma linha telefônica ou um empréstimo bancário
até leads &quot;diferentes&quot; como interessados em fazer um implante capilar ou apenas
em um programa de reeducação alimentar. Em alguns casos o índice de sucesso de
vendas em cima de uma base de leads chega a 80%. Um retorno mais do que
excelente.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Agora nos resta ver como o mercado nacional irá reagir
a esse modelo. O modelo de leads tem tudo para dar certo também no Brasil, mas
com certeza muitas agências grandes vão jogar contra. Vamos ver quem vencerá.&lt;/p&gt;

</description>
            <author>giuliano@vendedoor.com.br (Giuliano Sarzana)</author>
            <pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15831</guid>
        </item>
        <item>
            <title>É proibido proibir, mas monitorar pode!</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15824/seguranca/e_proibido_proibir_mas_monitorar_pode/</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Entre a ditadura do &quot;vamos proibir tudo&quot; e a anarquia do &quot;libera geral&quot;, use uma política do bom senso: monitore os acessos de sua rede.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Já passou o tempo dos &lt;em&gt;oito ou oitenta&lt;/em&gt; na administração de redes de empresas que tratavam os usuários por igual, quase não sendo possível distinguir suas diferentes necessidades no uso dos serviços de internet, e-mails e comunicadores instantâneos. Pouco tempo atrás o que se via em algumas empresas era a necessidade de bloquear o acesso para todos, pois não havia definições muito claras de quem deveria acessar e o que acessar na Internet. Por outro lado, havia empresas que liberavam o acesso sem nenhum tipo de restrição, pois ninguém estava disposto a ficar controlando o que cada um fazia ou deixava de fazer. Tudo era uma questão de consciência e confiança (e riscos, muitos riscos).&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Pois bem, e o que temos agora? Uma explosão de possibilidades de usufruir a Internet com uma variedade de dispositivos, softwares e sites que podem ser o diferencial de uma empresa, seja qual for o seu segmento no mercado. Saber tirar o máximo de proveito das inúmeras ferramentas disponíveis na rede, como Twitter, Orkut, Facebook, YoutTbe, Google Maps, MSN, Skype, sistemas de blogs e outros deveria ser um pré-requisito em algumas profissões. Não faz sentido impedir o uso destes recursos para todos na empresa, pois algumas profissões se reinventaram, tendo como principal característica um novo conceito no relacionamento entre clientes e fornecedores. Mas todos estes exemplos também possuem outro lado, nada profissional.  &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Temos visto estatísticas recentes, como a da Qualibest, que mostra que &lt;strong&gt;90% dos funcionários utilizam a Internet para fins pessoais e recreativos&lt;/strong&gt;; outras mostram que &lt;strong&gt;88% das fraudes&lt;/strong&gt; avaliadas pelo CERT.br são de &lt;strong&gt;direitos autorais&lt;/strong&gt; e que o acesso a conteúdos relacionados à &lt;strong&gt;pedofilia&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;aumentou cerca de 200%&lt;/strong&gt;, segundo pesquisa da Microsoft, entre 2006-2007, o que com certeza já deve ter atingido novos patamares.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Quando um funcionário passa boa parte do tempo em sites e ferramentas de relacionamento, expondo sua vida, a vida dos colegas de trabalho e muitas vezes as rotinas da empresa, ela não se dá conta de que está alimentando um banco de dados para criminosos, que dedicam tempo e dinheiro em busca de informações que possam levá-lo a obter alguma forma de lucro. Além do prejuízo material, há outro tipo de prejuízo que muitas vezes fica impossível de mensurar: sua reputação! Há sites especializados em expor informações de pessoas por meio de fotos, vídeos ou palavras que podem literalmente acabar com sua a vida social.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;E quando há um funcionário realmente mal intencionado? Este pode cometer tantos crimes como pedofilia, racismo, injúria, difamação, pirataria de músicas, filmes, livros, softwares etc... que se a empresa não identificar isso com antecedência e tomar as devidas ações, poderá se tornar cúmplice, respondendo criminalmente pelos delitos do mau elemento. Isso sem contar no tempo de trabalho desperdiçado e nas ameaças contra a segurança da empresa. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Um exemplo recente é a notícia publicada no site do Jornal Comércio de Franca com a seguinte manchete: &quot;Prefeitura flagra servidores em sites pornográficos&quot;. O departamento de TI da Prefeitura de Franca descobriu que funcionários das secretarias de Finanças, Administração, Desenvolvimento, Biblioteca do Arquivo Central e o setor de Almoxarifado passavam o dia em sites de conteúdo pornográfico, sendo que em alguns casos o acesso durava cerca de 8 horas diárias. De acordo com a Prefeitura, o monitoramento começou dia 04 de janeiro, com a implantação da ferramenta BRMA, e foi possível identificar o comportamento dos usuários e o tempo de acesso de todo o período.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;A web 2.0 criou novas possibilidades que devem ser bem aproveitadas, por isso fica inviável fechar as portas para estes recursos. Mas também não se pode simplesmente aderir às novas ferramentas de comunicação e compartilhamento de informação sem pensar no impacto que isso trará à segurança da empresa e das pessoas. Um planejamento deve ser elaborado visando permitir o uso profissional destes recursos, mas com um monitoramento constante que possa garantir um retorno para o negócio. Há diversos produtos no mercado para controlar e monitorar o acesso dos usuários de uma rede à Internet. De nada adianta implantar soluções de firewall e outras ferramentas de segurança se não houver um acompanhamento no seu uso. Não adianta comprar este ou aquele firewall, se ele não for configurado corretamente e monitorado constantemente. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Como na canção de Caetano Veloso*: &lt;em&gt;...e eu digo sim, e eu digo não ao não, e eu digo é proibido proibir, é proibido proibir...&lt;/em&gt;  &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;c4&quot;&gt;*Citação da música  &quot;É proibido proibir&quot;, de Caetano Veloso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

</description>
            <author>roberto@abctec.com.br (Roberto Henrique de Sousa)</author>
            <pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:30:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15824</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Paradigma da computação distribuída</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15811/ai/paradigma_da_computacao_distribuida/</link>
            <description>&lt;p&gt;O aparecimento de redes de computadores permitiu o surgimento de um novo paradigma de computação que se mostrou extremamente poderoso. Falo da  possibilidade de distribuição do processamento de informação entre diferentes computadores e ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Segundo &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Andrew_Stuart_Tanenbaum&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;Andrew Tanenbaum&lt;/a&gt;, é uma &quot;coleção de computadores independentes que se apresenta ao usuário como um sistema único e consistente&quot;.&lt;br /&gt;O princípio deste paradigma consiste em executar um único programa em vários computadores ao mesmo tempo. Melhor dizendo, diferentes objetos ou elementos de um programa são executados em processadores diferentes com o objetivo de solucionar o mesmo problema.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;A computação distribuída é um pouco semelhante à computação paralela que executa o mesmo programa em processadores diferentes, embora estes processadores estejam no mesmo computador.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Basicamente, na computação distribuída, o programa é executado como se estivesse em um único computador, com a diferença de que todo o custo de processamento  não é suportado apenas por um processador, mas sim por vários, tornando as tarefas muito mais rápidas, poupando recursos de sistema e, por isso mesmo, mais eficientes. Na verdade, esta é a grande vantagem da computação distribuída. Um conjunto de computadores que trabalham para o mesmo problema, formando assim um &quot;super computador&quot; mais rápido e eficiente.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;A arquitetura da computação distribuída é normalmente designada de P2P (peer-to-peer), embora esta designação não seja a mais correta, uma vez que os computadores não se comunicam diretamente uns com os outros. Existe sempre um servidor dedicado (administrador) que faz a gestão e coordena toda a rede, distribuindo de forma similar o custo dos recursos disponíveis, tornando assim o esforço coletivo muito mais rentável.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Com o emergir desta arquitetura e o aparecimento de cada vez mais sistemas distribuídos, surgiu o conceito de Cloud Computing, um conjunto de aplicações (ou serviços) acessíveis pela internet que visam fornecer as mesmas facilidades um sistema operacional, serviços estes distribuídos por vários servidores em diversos pontos.&lt;/p&gt;


&lt;h4&gt;Onde é utilizada a computação distribuída?&lt;/h4&gt;


&lt;p&gt;Embora o paradigma também seja utilizado no meio acadêmico para investigação ou cálculo científico, é no meio empresarial que revela maior ênfase, sendo utilizado em plataformas de serviços e aprovisionamento, produção e distribuição de conteúdos multimídia, alojamento de servidores aplicacionais e em plataformas de processamento de grandes fluxos de dados.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Um projeto bastante conhecido de computação distribuída é o &lt;a href=&quot;http://setiathome.berkeley.edu&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;SETI@Home&lt;/a&gt; (Search of ExtraTerrestrial Inteligence) que procura sinais de vida extraterrestre inteligente nos cantos mais obscuros e longínquos do universo.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Outro projeto interessante é o &lt;a href=&quot;http://www.mersenne.org&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;GIMPS&lt;/a&gt; (Great Internet Mersenne Prime Search), um projeto que se dedica a encontrar números primos gigantes, importantes na segurança, criptografia e outros setores das ciências matemáticas.&lt;/p&gt;

</description>
            <author>paulobsilva@live.com.pt (Paulo Silva)</author>
            <pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15811</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Regra ou exceção?</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15847/carreira/regra_ou_excecao/</link>
            <description>&lt;p&gt;O prodígio chinês Lim Ding Wen, de apenas 9 anos, ficou conhecido mundialmente após escrever o aplicativo &quot;Doodle Kids&quot; para o iPhone. O software, baixado por mais de 27 mil usuários, permite desenhar com o dedo na tela do smartphone da Apple. Para deletar o desenho, basta sacudir o aparelho. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um entusiasta da área de informática como o Lim Ding Wen, porém, representa a exceção e não a regra. Trabalhadores autodidatas que buscam e conseguem, com sucesso, adquirir e aplicar conhecimentos técnicos são representantes do pequeno grupo de trabalhadores conhecidos como empreendedores. São aqueles que não se contentam nem com o que eles realizam no expediente do trabalho e nem com o que é passado em sala de aula. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Esses profissionais já entenderam que ideias são poderosas e, com as ferramentas certas, provavelmente muito lucrativas. Esse tipo de trabalhador é dotado de algo especial, que não vem da capacitação. Ele é dotado de paixão e do prazer da conquista, as diferenças fundamentais entre um profissional e o empreendedor. Os que alcançam notoriedade e fama são aqueles que enxergam o fato de que existem inúmeras oportunidades para inovar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O bom profissional quer trocar de carro todo ano. O bom empreendedor tem certeza que vai revolucionar o cotidiano de milhões de pessoas, assim como fez o pequeno Lim Ding Wen. O bom profissional atua para subir a escada corporativa. O bom empreendedor defende agressivamente sua liderança excêntrica para manter domínio do mercado, como faz ostensivamente Steve Jobs, da Apple, fabricante do iPhone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de competência técnica, o empreendedor astuto reconhece que ele precisa adquirir outros ativos para dar longevidade às suas ideias. Ele precisa saber avaliar outras pessoas, discernir entre &quot;papo furado&quot; e resultados concretos, capitalizar em cima das suas paixões, identificar fontes de poder e influência, ter credibilidade, saber quando se destacar e quando ser discreto, blefar, apreciar a arte da persuasão, entender intimamente a relação custo-benefício, como encarar fracassos e as sutilezas da diplomacia - especialidades de Bill Gates, outro entusiasta, que ganhou o mundo com a Microsoft. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para o profissional comum, aquele que faz parte da regra e não da exceção, aí vai uma dica: diferente da empresa e o mercado, o ambiente onde se pode aprender estas habilidades vantajosas, sem quase qualquer consequência negativa, é a universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se deseja de profissionais técnicos recém-formados é desembaraço. No mínimo eles precisam saber encontrar soluções e como implantá-las. Alunos em fase de conclusão de seus cursos precisam ser desafiados com problemas reais e complexos dentro da sala de aula, onde há um acompanhamento voltado para aprendizagem e não para a cobrança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse profissional precisa dimensionar quais são os problemas que empresas e pessoas estão dispostas a pagar bem para serem resolvidos.  Linguagens, ambientes de desenvolvimento, plataformas e tecnologias são ferramentas para solucionar problemas, aprender como desenvolver uma aplicação web com uma IDE integrada ao Apache Tomcat é fácil. Aprender como fazer a mesma aplicação garantir a integridade de dados espalhados por 23 servidores usando conceitos de grid computing dentro de 120 segundos não o é.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Às universidades, resta casar os dois aprendizados durante o tempo de curso do aluno, pois o mercado não oferece essa oportunidade. Quando um empreendedor fala &quot;vou abrir o meu próprio negócio&quot; não imagina como quais são os desafios para manter a sustentabilidade de seu negócio. Mais de 60% das empresas abertas morrem nos primeiros 5 anos de existência.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Antes de assumir riscos, é bom refletir seriamente sobre em que caso você se encontra. Descubra se você é regra ou exceção. Se você não passa seu tempo livre tentando aprimorar ou bolar algo que você acredita que pode mudar a vida de pelo menos uma pessoa, então fique onde está. Se fizer parte do time excepcional de Lim Ding Wen, Steve Jobs e Bill Gates, parabéns e sucesso! E lembre-se de adquirir habilidades que apenas os mais destemidos dominam.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Recomendo qualquer livro &lt;br /&gt;do Gerald M. Weinberg (http://www.amazon.com/Gerald-M.-Weinberg/e/B000AP8TZ8/ref=sr_ntt_srch_lnk_1?_encoding=UTF8&amp;amp;qid=1262869797&amp;amp;sr=1-1) para quem quiser se aprofundar neste tema.&lt;/p&gt;

</description>
            <author>linknevoa@linkportal.com.br (Hunter Hagewood)</author>
            <pubDate>Tue, 09 Feb 2010 09:30:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15847</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Kindle x iPad</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15827/gadgets/kindle_x_ipad/</link>
            <description>&lt;p&gt;Você
tem alguma coisa contra o teclado? Pois parece que os fabricantes de
equipamentos eletrônicos têm! É só acompanhar a quantidade de lançamentos ou
rumores em relação aos tablets. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Pois
este mercado ganhou recentemente um representante importante. A
Apple fez o lançamento de
seu tablet, o iPad. Apesar das deficiências da versão 1.0, ninguém
tem dúvidas de que ele vai se tornar um forte representante deste tipo
de aparelho. É só esperar as próximas versões.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Uma
das funções ressaltadas para o iPad é a possibilidade da leitura
de livros eletrônicos ou jornais. E neste assunto um concorrente já
está no mercado desde 2007, o Kindle, da Amazon.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Os
aparelhos têm conceitos bem diferentes. Enquanto o iPad tem um
propósito muito mais geral, com a possibilidade de executar
programas, assistir a vídeos e navegar na Internet, o Kindle é um
dispositivo de uso específico: ler eBooks e jornais de forma eletrônica. Vamos a
algumas comparações entre os dois equipamentos.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;A
comparação começa favorável ao Kindle na autonomia da bateria. As
10 horas de autonomia declarada para o iPad ficam pequenas perto da
duração da bateria do Kindle, que é medida em dias.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Na
questão de conteúdo, o Kindle também faz o iPad ficar pequeno. A
Amazon tem anos de experiência na venda de livros e fez acordos com
diversas editoras e jornais para ter os seus materiais disponíveis no
seu leitor eletrônico, mas a Apple está tentando aumentar as opções
para os usuários do iPad.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;A
tela do iPad, além de ser colorida, é sensível o toque, o que
melhora muito a experiência de uso do equipamento. Mesmo assim me
parece que o iPad não é uma ameaça para o Kindle, pelo menos por
enquanto.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;É
esperado que equipamentos mais genéricos substituam aqueles com uso
mais restrito. Desta forma é natural que os tablets acabem por
ocupar o espaço dos leitores de livros eletrônicos, a dúvida é
saber quando isto vai acontecer.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Como
não poderia ser diferente, a gigante Google não quer ficar de fora
desta onda. Logo após o lançamento do iPad vazaram (deixaram vazar?) uma série de
fotos e um vídeo de seu suposto tablet, equipado com o sistema
operacional Chrome OS. 
&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Outras
empresas também estão correndo por fora, como ASUS, que já anunciou seu eBook reader e promete para o segundo semestre um tablet. A Sony deixou claro, através de seu presidente, que além do
seu leitor de eBooks também vai embarcar na onda dos tablets.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Agora
é observar como cada fabricante enxerga este mercado e qual deles
vai cair nas graças do consumidor. Afinal, já é mais do que
comprovado que nem sempre quem tem melhor hardware ou software sai vitorioso, o que vale é o conjunto.&lt;/p&gt;

</description>
            <author>gilberto@sudre.com.br (Gilberto Sudré)</author>
            <pubDate>Tue, 09 Feb 2010 09:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15827</guid>
        </item>
        <item>
            <title>SQL Server no Linux é possível?</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15795/sql_server/sql_server_no_linux_e_possivel/</link>
            <description>&lt;p&gt;Olá, pessoal. Neste artigo
vou apresentar um estudo que tenta responder a uma das perguntas mais
freqüentes em fóruns de bancos de dados: o SQL Server pode ser
executado no Linux? Vou apresentar algumas idéias, discutir
conceitos e mostrar até onde é possível trabalhar utilizando estes dois
produtos em conjunto: o SQL Server e o Linux.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Podemos imaginar um cenário onde uma
empresa adquire um software do tipo ERP que pode ser executado em
diversas plataformas, porém requer obrigatoriamente o SQL Server
como banco de dados. Se isto é ou não uma venda casada, fica o
assunto para um próximo artigo. Por enquanto vamos nos preocupar em
estudar alguma solução para este cenário onde é preciso, de
alguma maneira, evitar que a empresa compre licenças e possa
testar o seu ERP diretamente no Linux.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Neste cenário, é preciso instalar a
parte servidora do SQL Server para que o software possa ser
utilizado. A parte cliente do banco de dados já está programada na
aplicação. Aliás, se alguém precisar executar a parte cliente do
SQL Server no Linux já existem alternativas. Já discuti aqui no
iMasters &lt;a href=&quot;http://imasters.uol.com.br/artigo/2048/sql_server/conectando_o_java_ao_sql_server/&quot;&gt;o
uso de um driver JDBC&lt;/a&gt; como mecanismo de conexão
ao SQL Server e também &lt;a href=&quot;http://imasters.uol.com.br/artigo/10196/sql_server/acessando_o_sql_server_no_linux/&quot;&gt;o
uso do freeTDS&lt;/a&gt;  como alternativas para a
conexão de aplicações que rodam no Linux em um servidor SQL
Server. Além disso, existem outras abordagens como o uso de ODBC que
podem ser executadas na plataforma Unix sem problemas com unixODBC.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O primeiro aspecto a ser estudado
quando se fala em SQL Server no Linux é a documentação do
fabricante. De acordo com a documentação oficial do SQL Server
fornecida pela Microsoft, ele pode ser executado apenas na plataforma
Windows e em diversos servidores (Windows 98, 2000, 2003 etc.)
dependendo da versão (7, 2000, 2005, 2008, 2008 R2) e da edição
(Standard, Developer, Enterprise, MSDE etc.). 
&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Posto isso, podemos avaliar a primeira
alternativa e a mais viável: o uso de virtualização. Nesta técnica
é preciso utilizar no Linux um software de virtualização como o
&lt;a href=&quot;http://www.xensource.com/&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;Xen&lt;/a&gt;
ou &lt;a href=&quot;http://www.vmware.com/br/&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;VMWare&lt;/a&gt;,
por exemplo, e instalar o Windows e o SQL Server dentro deste
servidor virtual. Depois desta instalação é preciso configurar a
rede e pode-se utilizar o SQL Server no Linux rodando sobre um
Windows virtualizado. Para casos onde é preciso apenas realizar
alguns testes é possível utilizar as versões de avaliação do
Windows e do SQL Server, que vão expirar em um período determinado
e que podem ser úteis para testes. Contudo, estas versões de
avaliação não requerem licença e geralmente têm algum tipo de
limitação nos recursos dos software, como quantidade de memória
máxima alocada, limite de uso de processadores, etc.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;A próxima técnica que pode permitir a
utilização do SQL Server no Linux de forma nativa é o uso do &lt;a href=&quot;http://www.winehq.org/&quot;&gt;WINE 
(Wine is not na emulator)&lt;/a&gt;. A idéia é que este
software crie todo o ambiente para executar aplicações Windows no
Linux sem emular todo o sistema operacional. 
&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O primeiro passo no estudo da emulação
de alguma versão do SQL Server no Linux me levou ao &lt;a href=&quot;http://appdb.winehq.org/&quot;&gt;repositório
de aplicações no site do WINE&lt;/a&gt;, onde podemos
verificar se é possível ou não rodar certa aplicação no WINE.
Pesquisando no site, encontrei &lt;a href=&quot;http://appdb.winehq.org/objectManager.php?sClass=application&amp;amp;iId=3610&quot;&gt;esta
tentantiva de execução do SQL Server no Linux&lt;/a&gt;,
postada em março de 2009, indicando que não seria possível
executar o SQL Server MSDE SP3 no WINE. A descrição do erro diz
respeito a um problema com a instalação do serviço. Resolvi
arregaçar as mangas e fazer eu mesmo um teste com o WINE.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Depois de instalar o &lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Instalando-e-configurando-o-Wine/&quot;&gt;WINE&lt;/a&gt; 
em um Linux Ubutu 8.04, chamado ubutu01, eu peguei os arquivos
binários, os arquivos de dados e as entradas do registro (o &lt;em&gt;registry&lt;/em&gt;
do Windows) de uma instância padrão do SQL Server MSDE SP3
instalado previamente em um Windows XP e joguei tudo no Linux que
continha o WINE, junto com a aplicação das chaves no registro. Além
disso, também configurei o WINE utilizando o poderoso &lt;a href=&quot;http://von-thadden.de/Joachim/WineTools/&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;WineTools&lt;/a&gt;
para instalar os componentes necessários no Linux: DCOM, MDAC, IE6,
.NET framework, Windows Commom Controls e outros. Tudo ocorreu sem
problemas até este ponto.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Apesar de não seguir a instalação do
produto como o recomendado, eu iniciei o serviço do SQL Server MSDE
no modo console utilizando o arquivo sqlservr.exe com o parâmetro -c
dentre outros. Contudo, infelizmente não consegui executar o serviço
com sucesso, como visto na Figura 1:&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;Figura 1. tentativa de executar o sql server 2000 msde pelo wine&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15795/Figura1.png&quot; /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;c4&quot;&gt;Figura 1: Tentativa de executar o SQL Server 2000
MSDE pelo WINE&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Pelo log de erros do SQL Server,
mostrado na Figura 1, podemos ver dois erros: um problema de
autenticação do NTLMSP, responsável pela comunicação e
autenticação com o Windows, e um com a biblioteca de rede SSNETLIB,
que foi o motivo pelo qual o serviço não iniciou completamente.
Pesquisando um pouco, descobri que a biblioteca &lt;a href=&quot;http://msdn.microsoft.com/en-us/library/aa174500%28SQL.80%29.aspx&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;SSNETLIB.dll&lt;/a&gt; é um dos componentes do SQL Server que fazem parte das bibliotecas
de rede do servidor e que fazem chamadas diretas à API do sistema
operacional Windows Sockets 2, entre outras. Tentei de tudo:
registrar a DLL, instalar outras versões do SQL Server, modificar as
bibliotecas de redes pelas chaves do registro, mas não consegui
passar deste ponto. 
&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O curioso é que mesmo com iniciativas
da Microsoft para interoperabilidade, como a criação de &lt;a href=&quot;http://www.microsoft.com/latam/presspass/brasil/2009/maio/interop.mspx&quot;&gt;vários
laboratórios de interoperabilidades&lt;/a&gt;
específicos para isso, parece que não há nenhum interesse na
portabilidade do SQL Server. Há, inclusive, até &lt;a href=&quot;http://www.sqlservercentral.com/articles/The+Lighter+Side/sqlserveronlinux/1814/&quot;&gt;piadinhas
de primeiro de abril&lt;/a&gt; falando sobre uma suposta
versão do SQL Server para Linux utilizando a biblioteca Mono.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Além disso a comunidade de código
livre também não apresentou muito interesse nesta linha de
interoperabilidade, apesar de já existirem casos onde diversos jogos
e softwares do Office são executados no WINE. Caso alguém
se interesse por continuar o esforço, basta colocar um comentário
no final do artigo. 
&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Mas o estudo não acaba aqui. Vou
comentar algumas outras abordagens que talvez possam ser interessantes
para aqueles que desejam, de alguma, forma migrar do SQL Server para
outro banco de dados. Algumas destas abordagens requerem modificação
na aplicação no banco de dados utilizado e talvez possam não ser
adequadas ao cenário descrito no começo do artigo.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Uma das alternativas interessantes é a
utilização de um banco de dados que possa emular o comportamento do
SQL Server de forma adequada, mais especificamente o comportamento da
&lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Transact-SQL&quot;&gt;linguagem
T-SQL&lt;/a&gt;, o dialeto do SQL utilizado SQL Server.
Neste ponto podemos pensar no Access e também na utilização do
arquivo .mdf de dados do SQL Server diretamente acoplado à aplicação
no que é conhecido por &lt;a href=&quot;http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb264564%28SQL.90%29.aspx&quot;&gt;SQL
Server 2005 Express Edition Edition User Instances&lt;/a&gt; 
ou pelo acrônimo RANU (Run As Normal User). Para acoplar
diretamente a instalação do SQL Server a um software, eu recomendo
este &lt;a href=&quot;http://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb264562%28SQL.90%29.aspx&quot;&gt;link
que explica os detalhes deste acoplamento&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Uma outra abordagem interessante é a
utilização de outro banco de dados que possua alguma
compatibilidade com o T-SQL. Existem diversas alternativas que podem
ser mais adequadas, porém esperava encontrar algo como o &lt;a href=&quot;http://www.janus-software.com/fb_fyracle.html&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;Fyracle&lt;/a&gt;,
que é o uso do Firebird com um módulo próprio para compatibilidade
com o Oracle. O mais próximo disso que encontrei foi o
&lt;a href=&quot;http://www.firebirdsql.org/dotnetfirebird/&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;DotNetFirebird&lt;/a&gt;
que possui muitas similaridades com o Access e o MSDE. Outros bancos
acopláveis que talvez possuam uma compatibilidade maior com o SQL
Server podem ser o &lt;a href=&quot;http://www.sqlite.org/&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;SQLLite&lt;/a&gt;
e o &lt;a href=&quot;http://www.codeplex.com/sharphsql&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;Sharphsql&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Outro caminho interessante seria a
conversão em tempo real das instruções SQL enviadas pela aplicação
para um outro banco de dados. Algo como o MySQL Proxy, que já
discuti em &lt;a href=&quot;http://imasters.uol.com.br/artigo/11161/mysql/balanceamento_de_carga_no_mysql_parte_1/&quot;&gt;um
artigo anterior&lt;/a&gt;, e que possui a capacidade de
captar, interpretar e modificar em tempo real as instruções
enviadas pela aplicação antes delas chegarem ao banco de dados.
Contudo, não encontrei nenhum software ou projeto que não precise
modificar o código fonte e que faça esta tradução de instruções
em tempo real. Aqui temos uma boa oportunidade para um novo projeto
que talvez tenha algum mercado. Alguém se candidata?&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Se observarmos o ponto de vista de
conversão, podemos encontrar uma infinidade de ferramentas,
aplicações, middlewares e softwares que permitem a conversão de um
banco de dados para outro, com destaque especial para o MySQL e o
PostgreSQL, considerados os principais bancos de dados de código
livre. Estas ferramentas transformam os objetos e os dados de um banco
para outro de forma &lt;em&gt;off-line&lt;/em&gt;, ou seja, é preciso converter
e trocar um banco de dados por outro. Esta opção é recomendada, mas
aqui vou destacar algumas ferramentas que podem auxiliar apenas na
migração das instruções.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Uma das várias ferramentas gráficas
existentes que podem auxiliar na conversão das instruções entre
diferentes bancos de dados é o &lt;a href=&quot;http://www.swissql.com/products/sql-translator/sql-converter.html&quot;&gt;SwissSQL
Console&lt;/a&gt;, cuja interface é mostrada na Figura
2:&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;Figura 2. interface gráfica do swisssql console.&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15795/Figura2.png&quot; /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;c4&quot;&gt;Figura 2: Interface gráfica do
SwissSQL Console&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Notem que a interface da Figura 2
apresenta dois painéis para a digitação das instruções e que no
segundo painel, mais abaixo, existem diversas abas com os nomes de
alguns bancos de dados. Na parte inferior é mostrado o resultado
também com as diversas abas para os bancos de dados. Esta ferramenta
tem o potencial de auxiliar muito os desenvolvedores que desejam
converter instruções, seja para mudar o banco de dados ou para
criar uma aplicação que suporte diferentes bancos de dados
(multi-banco), assim como um potencial enorme para ensinar a novos
desenvolvedores a diferenças entre os dialetos da linguagem SQL.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Uma alternativa ao SwissSQL Console de
código livre e voltada para o Linux é o conjunto de scripts chamado
&lt;a href=&quot;http://search.cpan.org/~ribasushi/SQL-Translator-0.11003/lib/SQL/Translator/Manual.pod&quot;&gt;SQL
Translator&lt;/a&gt;. Esta ferramenta permite converter
todos os comandos de um arquivo .sql diretamente pela linha de
comando, além de converter o esquema do banco de dados e gerar
código automaticamente, entre outras funcionalidades.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Do ponto de vista de aplicação, é
comum encontrar uma camada a mais de software que encapsula os
detalhes da instrução SQL e da interação da aplicação com o
banco de dados. Existem diversos mecanismos, APIs, frameworks,
aplicações, bibliotecas e outros recursos que separam o
desenvolvedor da instrução que é enviada para o banco de dados
como objetivo de criar aplicações que não dependam diretamente de
um banco de dados específico. Esta prática é muito comum,
principalmente quando se fala em aplicações web que utilizem
mecanismo de mapeamento e persistência de objetos e que muitas vezes
nem utilizam um banco de dados propriamente dito. Já existe,
inclusive, alguns design patterns que facilitam a implementação
deste tipo de camada de software.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Sem entrar em uma discussão mais
profunda do uso de camadas de software para separar o acesso aos
dados, eu cito o &lt;a href=&quot;http://www.swissql.com/products/sqlone-apijava/sqlone-apijava.html&quot;&gt;SwissSQL
API para Java&lt;/a&gt; como uma API que permite este
tipo de programação multi-banco. Porém, existem várias soluções
que seguem esta linha de raciocínio.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Com isso termino aqui este pequeno
estudo que mostrou algumas abordagens e idéias para a integração
do SQL Server no Linux. Apesar de existirem diversas alternativas,
vale a pena lembrar que os fatores técnicos são apenas um dos
aspectos a serem considerados, pois deve-se levar em conta questões
como proficiência no banco de dados, acordo de licença, política,
idealismo, filosofia, regras e outros fatores que acabam norteando as
escolhas das ferramentas e recursos técnicos utilizados no que diz
respeito a banco de dados.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt; Um grande abraço, pessoal, e até
a próxima. 
&lt;/p&gt;

</description>
            <author>pichiliani@gmail.com (Mauro Pichiliani)</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:15:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15795</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Conteúdo on demand</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15808/webwriting/conteudo_on_demand/</link>
            <description>&lt;p&gt;No ecossistema da criação já há muito tempo é comum vermos
empresas e pessoas físicas trabalhando para suprir necessidades que podem
surgir por dois motivos: urgência - falta de tempo para criar -, ou por falta de
criatividade mesmo. São os conhecidos &quot;layouts prontos&quot;, uma série de desenhos
de sites que incluem dois ou três níveis semânticos e que podem ser comprados
diretamente da fonte. Eu conheço alguns bons designers que antes de iniciar
seus trabalhos dão uma passadinha de olhos por esses sites, buscando
inspirações. Isso torna esse conteúdo altamente suscetível à pirataria, pois
apertar o &lt;em&gt;printscreen&lt;/em&gt; é mais fácil
que desembolsar U$ 39 para adquirir arte digital. Há muitos desses casos na
criação: ilustrações, fontes, fotografias.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;De certa forma, esse conceito de fabricação on demand também é utilizado para a
produção de conteúdo. Invariavelmente googlamos o assunto da pauta para ver o
que está sendo falado e quais são as melhores fontes de consulta que nos
auxiliariam a conduzir e a elaborar o tema. No entanto, o que começa a se
solidificar é a criação de conteúdo sem demanda. Algumas agências de nossa
impiedosa economia da informação começaram a produzir conteúdo diversificado,
autêntico e criterioso. Esse conteúdo em texto, áudio e vídeo ficou estocado
por muito tempo em gavetas e agora eles começam a aparecer em lojas. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15808/demand.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Um bom exemplo disso é a &lt;a href=&quot;http://www.demandmedia.com/&quot; class=&quot;ext&quot;&gt;Demand Media&lt;/a&gt;, uma empresa
especializada em fabricação de mídia que inclui todo o pacote: produção,
estratégia e viabilização de um produto. É um pouco assustador pensar em
demandas que não existem e que são criadas para nenhum cliente, mas tem
funcionado tão bem que a Demand Media já vendeu um projeto para a - super
criativa e inovadora - Nike. Fazendo uma analogia tosca, é como se o conteúdo
digital enfrentasse a Revolução Industrial: antes as roupas eram encomendadas a
alfaiates, depois as modistas produziam modelos exclusivos e, com a
industrialização, milhares usam a mesma roupa.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Imagine (imagina... imagina...) uma enorme loja com
prateleiras que separam categorias de conteúdo: Turismo/ Brasil/ Sudeste/ Rio
de Janeiro/ Búzios/ Praia da Ferradura. Você escolhe o conteúdo que deseja,
consulta o valor e leva pra casa. Nesse momento você deve estar se perguntando:
não enfrentaremos o mesmo dilema do &quot;layout pronto&quot;, com profissionais e
amadores apertando printscreen?
Talvez. Mas se o produtor de conteúdo tiver em mente que ele deverá produzir
textos sobre a Praia da Ferradura para solteiros com 60 anos, casados com 60
anos, viúvos com 60 anos, recém-separados aos 60 anos, avós com muitos netos
aos 60 anos... e assim infinitamente, talvez ele também tenha um diferencial
que torne o seu conteúdo único, útil e relevante. Sutis variáveis que podem transformar
uma lojinha em uma megastore. Essa é a hora de investir.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Up the webwriters!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

</description>
            <author>contato@anaerthal.com.br (Ana Amélia Erthal)</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15808</guid>
        </item>
        <item>
            <title>RMAN: customizando o seu backup</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15435/oracle/rman_customizando_o_seu_backup/</link>
            <description>&lt;p&gt;Um dos pontos fortes de trabalhar com o Recovery Manager (RMAN) é a possibilidade de alocar uma determinada quantidade de canais necessários no processo de Backup para melhorar o desempenho de I/O durante a tarefa, diminuindo o tempo do backup.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os administradores de banco de dados (DBA) muitas vezes gostam de utilizar a alocação de canal manual para efetuar o backup e, com isso, torna-se necessário mencionar a cada canal (channel) alocado o caminho em que deverá ser gerado o backup set. Como o script abaixo:&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;codigo&quot;&gt;&lt;pre&gt;&lt;code&gt;run {&lt;br /&gt;allocate channel t1 type disk format '/u02/app/oracle/backup/rman/bkp_%d_%t_%s.rman';&lt;br /&gt;backup current controlfile tag 'BKP_CF';&lt;br /&gt;release channel t1;&lt;br /&gt;}&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;Perceba que durante a alocação do canal t1, é utilizada a cláusula FORMAT, que posteriormente menciona o caminho e o nome do backupset que será gerado pelo RMAN. Pois bem, se você costuma utilizar 3, 4, 5 ou mais canais, em um único caminho de backup e usando sempre a mesma máscara de nomenclatura de backup set, tornando os scripts frágeis.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos analisar o exemplo e dividir as tarefas e customizar o RMAN, a partir da cláusula FORMAT. Veja:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Quantidade de canais = 3&lt;/li&gt;

	&lt;li&gt;Caminho de Backup = /u02/app/oracle/backup/rman&lt;/li&gt;

	&lt;li&gt;Nomenclatura de Backup set = bkp_%d_%t_%s.rman&lt;/li&gt;

&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;Sobre a nomenclatura utilizada, segue a explicação:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;&lt;li&gt;bkp_ = Nome inicial dos backupsets gerados, ou seja, definido por mim, é um valor fixo.&lt;/li&gt;

	&lt;li&gt;%d = Variável do RMAN para identificar o nome do banco de dados.&lt;/li&gt;

	&lt;li&gt;%t = Variável do RMAN para o Time Stamp do backup set.&lt;/li&gt;

	&lt;li&gt;%s = Variável do RMAN para identificar a sequência do backup set.&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Agora, vamos colocar na prática essa customização.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;01. Logue-se no banco de dados usando o RMAN&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;codigo&quot;&gt;&lt;pre&gt;&lt;code&gt;[oracle@ORA11G ~]$ &lt;strong&gt;rman target /&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Recovery Manager: Release 11.1.0.6.0 - Production on Thu Aug 6 &lt;br /&gt;10:57:15&lt;br /&gt;Copyright&lt;br /&gt; (c) 1982, 2007, Oracle. All rights reserved.&lt;br /&gt;connected&lt;br /&gt; to target&lt;br /&gt; database: RADB (DBID=1241100324)&lt;/em&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;02. Configure o caminho e o nome do backup set no control file&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;As informações sobre a customização do RMAN serão armazenadas no control file. Para configurar emita o comando abaixo:&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;codigo&quot;&gt;&lt;pre&gt;&lt;code&gt;&lt;strong&gt;CONFIGURE CHANNEL DEVICE TYPE DISK FORMAT '/u02/app/oracle/backup/rman/bkp_%d_%t_%s.rman';&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;new RMAN configuration parameters:&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;CONFIGURE CHANNEL DEVICE TYPE DISK FORMAT '/u02/app/oracle/backup/rman/bkp_%d_%t_%s.rman';&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;new RMAN configuration parameters are successfully stored&lt;/em&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;03. Defina a quantidade de alocação de canal automático&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para definir a quantidade de alocação de canais automáticos, quando executado qualquer script do RMAN para o banco de dados alvo, a estratégia é utilizar o PARALELISMO. E para configurar essa opção, basta executar o passo abaixo:&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;codigo&quot;&gt;&lt;pre&gt;&lt;code&gt;&lt;strong&gt;CONFIGURE DEVICE TYPE DISK PARALLELISM 3 BACKUP TYPE TO BACKUPSET;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;new RMAN configuration parameters:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONFIGURE DEVICE TYPE DISK PARALLELISM 3 BACKUP TYPE TO BACKUPSET;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;new RMAN configuration parameters are successfully stored&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;04. Verifique as configurações alteradas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;codigo&quot;&gt;&lt;pre&gt;&lt;code&gt;&lt;strong&gt;show all;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;using target database control file instead of recovery catalogRMAN configuration parameters for database with db_unique_name RADB are:&lt;br /&gt;CONFIGURE RETENTION POLICY TO REDUNDANCY 1; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE BACKUP OPTIMIZATION OFF; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE DEFAULT DEVICE TYPE TO DISK; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE CONTROLFILE AUTOBACKUP ON;&lt;br /&gt;CONFIGURE CONTROLFILE AUTOBACKUP FORMAT FOR DEVICE TYPE DISK TO '%F'; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE DEVICE TYPE DISK PARALLELISM 3 BACKUP TYPE TO BACKUPSET;&lt;br /&gt;CONFIGURE DATAFILE BACKUP COPIES FOR DEVICE TYPE DISK TO 1; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE ARCHIVELOG BACKUP COPIES FOR DEVICE TYPE DISK TO 1; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE CHANNEL DEVICE TYPE DISK FORMAT '/u02/app/oracle/backup/rman/bkp_%d_%t_%s.rman';&lt;br /&gt;CONFIGURE MAXSETSIZE TO UNLIMITED; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE ENCRYPTION FOR DATABASE OFF; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE ENCRYPTION ALGORITHM 'AES128'; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE COMPRESSION ALGORITHM 'BZIP2'; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE ARCHIVELOG DELETION POLICY TO NONE; # default&lt;br /&gt;CONFIGURE SNAPSHOT CONTROLFILE NAME TO '/u01/app/oracle/product/11.1.0/db_1/dbs/snapcf_RADB.f'; # default&lt;/em&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;05. Teste o novo script&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora, veja como ficou o script com as customizações que foram feitas. Em negrito estão as novas configurações realizadas para o RMAN.&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;codigo&quot;&gt;&lt;pre&gt;&lt;code&gt;&lt;strong&gt;run {&lt;br /&gt;shutdown immediate;&lt;br /&gt;startup mount;&lt;br /&gt;backup database include current controlfile tag 'BKP_FULL';&lt;br /&gt;alter database open;&lt;br /&gt;}&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;database closeddatabase dismounted&lt;br /&gt;Oracle instance shut down&lt;br /&gt;connected to target database (not started)&lt;br /&gt;Oracle instance started&lt;br /&gt;database mounted&lt;br /&gt;Total System Global Area 644468736 bytes&lt;br /&gt;Fixed Size 1301840 bytes&lt;br /&gt;Variable Size 293601968 bytes&lt;br /&gt;Database Buffers 343932928 bytes&lt;br /&gt;Redo Buffers 5632000 bytes&lt;br /&gt;Starting backup at 06/08/2009 11:26:16&lt;br /&gt;allocated channel: ORA_DISK_1allocated channel: ORA_DISK_2allocated channel: ORA_DISK_3/u02/app/oracle/backup/rman/bkp_RADB_694178799_15.rman tag=BKP_FULL comment=NONE&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: backup set complete, elapsed time: 00:03:16&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: starting full datafile backup set&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: specifying datafile(s) in backup set&lt;br /&gt;including current control file in backup set&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: starting piece 1 at 06/08/2009 11:30:43&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: finished piece 1 at 06/08/2009 11:31:23&lt;br /&gt;piece handle=/u02/app/oracle/backup/rman/bkp_RADB_694179009_16.rman tag=BKP_FULL comment=NONE&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: backup set complete, elapsed time: 00:00:40&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_1: finished piece 1 at 06/08/2009 11:34:13&lt;br /&gt;piece handle=/u02/app/oracle/backup/rman/bkp_RADB_694178778_13.rman tag=BKP_FULL comment=NONE&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_1: backup set complete, elapsed time: 00:07:48&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_2: finished piece 1 at 06/08/2009 11:35:04&lt;br /&gt;piece handle=/u02/app/oracle/backup/rman/bkp_RADB_694178786_14.rman tag=BKP_FULL comment=NONE&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_2: backup set complete, elapsed time: 00:08:30&lt;br /&gt;Finished backup at 06/08/2009 11:35:04&lt;br /&gt;Starting Control File and SPFILE Autobackup at 06/08/2009 11:35:04&lt;br /&gt;piece handle=/u01/app/oracle/flash_recovery_area/RADB/autobackup/2009_08_06/o1_mf_s_694178760_57otk638_.bkp comment=NONE&lt;br /&gt;Finished Control File and SPFILE Autobackup at 06/08/2009 11:35:29&lt;br /&gt;database opened&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_1: SID=154 device type=DISK&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_2: SID=153 device type=DISK&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: SID=151 device type=DISK&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_1: starting full datafile backup set&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_1: specifying datafile(s) in backup set&lt;br /&gt;input datafile file number=00001 name=/u02/app/oracle/oradata/RADB/system01.dbf&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_1: starting piece 1 at 06/08/2009 11:26:26&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_2: starting full datafile backup set&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_2: specifying datafile(s) in backup set&lt;br /&gt;input datafile file number=00002 name=/u02/app/oracle/oradata/RADB/sysaux01.dbf&lt;br /&gt;input datafile file number=00004 name=/u02/app/oracle/oradata/RADB/users01.dbf&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_2: starting piece 1 at 06/08/2009 11:26:34&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: starting full datafile backup set&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: specifying datafile(s) in backup set&lt;br /&gt;input datafile file number=00005 name=/u02/app/oracle/oradata/RADB/example01.dbf&lt;br /&gt;input datafile file number=00003 name=/u02/app/oracle/oradata/RADB/undotbs01.dbf&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: starting piece 1 at 06/08/2009 11:26:47&lt;br /&gt;channel ORA_DISK_3: finished piece 1 at 06/08/2009 11:30:03&lt;br /&gt;piece handle=&lt;/em&gt;&lt;/code&gt;&lt;/pre&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;PRONTO! &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Deste modo conseguimos definir regras de backup mais customizadas para cada banco de dados. É válido lembrar que, nos exemplos, realizei os testes de backup diretamente para disco, porém, é possível configurar os mesmos parâmetros para FITA, de acordo com a sua configuração MML no ambiente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Abraços,&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://www.rodrigoalmeida.net/material/RA/assinatura.png&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

</description>
            <author>dbarodrigo@gmail.com (Rodrigo Almeida)</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 10:30:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15435</guid>
        </item>
        <item>
            <title>Comércio eletrônico cresce no “Long Tail”</title>
            <link>http://imasters.uol.com.br/artigo/15803/sistemasecommerce/comercio_eletronico_cresce_no_long_tail/</link>
            <description>&lt;blockquote&gt;Soluções fáceis e plug and play alavancam as vendas dos pequenos empreendedores, cuja participação no mercado cresceu 19% em relação ao mesmo período do ano passado. &lt;/blockquote&gt;


&lt;p&gt;Não existem muitos números sobre comércio eletrônico no Brasil, se compararmos com os dados disponíveis nos EUA, mas o pouco que temos mostra que pequenas empresas aumentaram em 19% sua participação no mercado, enquanto as 100 maiores perderam 1,7%. A conclusão é do relatório da e-bit, o Webshoppers. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Aqui em terras tupininquins as top 10 são mais de 75% do total de vendas online, enquanto nos EUA são apenas 40%. Só a B2W (Americanas, Submarino, Shoptime) representa 36%, e lá nos EUA a Amazon tem 14,5%. Até no e-commerce a desigualdade brasileira é maior.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;A tendência é óbvia: os pequenos vão ganhar espaço e roubar mercado até então quase exclusivo dos grandes. Mas quais as verdadeiras razões para esse fenômeno? Como os profissionais de Internet participam dessa onda? Quais oportunidades de negócio podem surgir a partir dessa tendência?&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://conteudo.imasters.uol.com.br/15803/share_longtail.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;c4&quot;&gt;Fonte: e-bit Informação e CVM  Comissão de Valores Mobiliários&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;*Venda de bens de consumo (B2C) exceto veículos e serviços (ingressos, turismo, passagens aéreas e leilão virtual)&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;O estudo diz que as causas são: &lt;/p&gt;


&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Maior conscientização dos consumidores com relação à segurança, pois estão comprando em lojas menores e aprendendo a confiar em outras marcas menos expressivas. É uma boa hipótese, mas para medir isso e ter certeza, precisamos fazer pesquisas de opinião com os e-consumidores, o que não foi feito. Se compram em lojas menores, é porque estão confiando em algo que antes não confiavam. Seria o meio de pagamento?&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;O conteúdo disponível sobre os produtos melhorou. Mas o estudo não explica como isso influenciou os compradores a irem para lojas menores. Não há provas nem evidências de que essa é a razão.&lt;/li&gt;

&lt;li&gt;Ferramentas de pagamento diminuem a barreira de entrada de novas lojas virtuais. Essa é uma informação concreta, que podemos ver, medir e comprovar.&lt;/li&gt;

&lt;/ul&gt;

&lt;h4&gt;A razão que explica a tendência &lt;/h4&gt;


&lt;p&gt;Uma explicação para o crescimento da fatia detida pelas lojas pequenas é o uso de sistemas de pagamento online seguros, que permitem que o pequeno comerciante comece a vender seus produtos com pouquíssimo esforço e sem ter que gastar com implementações diferenciadas para cada meio de pagamento ou infra-estrutura de segurança.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Empresas de pagamentos online, como a brasileira PagSeguro, têm entre seus clientes lojas virutais, ONGs e igrejas que recebem doações, além de vendedores sem CNPJ que aceitam pagamentos por sistema eletrônico, o que é uma evidência razoável para o crescimento do e-commerce no long tail. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Entre os trunfos para que os sistemas de pagamento online se espalhem com tanta eficiência estão a integração simplificada com uma grande quantidade de plataformas de comércio eletrônico. Segundo o próprio PagSeguro, há hoje implementações em mais de 500 plataformas e soluções de loja. Além disso, há a disponibilização de módulos prontos para diversas linguagens de programações e CMSs, publicados juntamente com vídeos e tutoriais. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Outro tipo de integração muito interessante, utilizado por milhares e de vendedores, são os botões de pagamento e doação, possíveis de serem inseridos nos sites com simples copy &amp;amp; paste de um código HTML, que pode ser usado em blogs, sites institucionais, sejam eles estáticos ou dinâmicos. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;A integração de meios de pagamento ficou tão copy &amp;amp; paste que é fácil encontrar vendedores inusitados, como funilarias parcelando consertos no cartão de crédito, estacionamentos vendendo pernoite pré-pago em aeroportos, artesãos vendendo trabalhos manuais para todo Brasil, revendedoras de cosméticos faturando seus pedidos por e-mail, professores dando cursos online pagos com cartão de crédito, bandas vendendo músicas por download... Enfim, pense em alguma necessidade, copy &amp;amp; paste e pronto. Virou e-commerce.&lt;/p&gt;


&lt;h4&gt;Vantagens para todos envolvidos no e-commerce&lt;/h4&gt;


&lt;p&gt;Grandes varejistas como Casas Bahia, Livraria Cultura, Casa &amp;amp; Vídeo e tantos outros usam sistemas online como forma de oferecer meios de pagamento seguros (transferência bancária e saldo disponível no sistema) mesmo para aqueles consumidores que têm medo de digitar o número de cartão de crédito na web, ou preferem a conveniência de comprar apenas com login e senha.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Médios e pequenos varejistas usam para oferecer venda à prazo, e recebimento à vista, sem ter que pagar pela antecipação. É uma saída interessante para substituir as altas taxas de juros dos bancos. Também valorizam o fato de ter todos meios de pagamento em um só extrato, uma só integração, dispensando diversos contratos e conciliações. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Os médios e pequenos que vendem itens de alto valor apreciam ainda mais a solução de pagamento online, pois terceirizam não só a análise dos pagamentos, mas também todo o risco de fraudes. Todas as vendas são filtradas e analisadas, e o risco fica todo com o provedor do serviço de pagamento, eliminando o risco de fraude e eliminando a possibilidade de estornos para o lojista. É importante contar com uma empresa de grande porte e credibilidade na hora de escolher a solução, pois os recebíveis do lojista estarão nas mãos dessa empresa. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;As lojas virtuais que querem se diferenciar utilizam esse tipo de serviço para mostrar que o poder da negociação, o controle do dinheiro, está nas mãos do comprador, que tem o pedido entregue ou o dinheiro devolvido pelo serviço de pagamentos. &lt;/p&gt;


&lt;p&gt;Desenvolvedores e integradores de lojas virtuais são primordiais no processo de crescimento do e-commerce como um todo e principalmente quando falamos de pequenos e médios comerciantes que estão entrando na internet. Além de poder oferecer uma solução reconhecidamente segura e padrão para todos os seus clientes, o desenvolvedor ainda tem a possibilidade de receber comissões sobre todas as vendas realizadas nas lojas virtuais desenvolvidas ou integradas por ele. Há casos de desenvolvedores faturando mais de R$10 mil mensais em seu programa de afiliados. Fica aí a dica, se você é desenvolvedor e deseja entrar no ramo de comércio eletrônico, adicione o botão de pagamento e comece a faturar!&lt;/p&gt;

</description>
            <author>dferreira@uolinc.com (Dennis Ferreira)</author>
            <pubDate>Mon, 08 Feb 2010 10:00:00 +0100</pubDate>
            <guid>http://imasters.uol.com.br/artigo/15803</guid>
        </item>
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