Olá! Primeiramente gostaria de agradecer por esta oportunidade de ser colunista desse grande site, e falar um pouco sobre tecnologia e desenvolvimento web com produtividade, e de especial minha amada que direta e indiretamente sempre me apóia.
Eu sempre fui ligado, quando se fala em produtividade. Venho de um time de "ferramentas" geradoras de códigos e quadradas onde muitas empresas que estão iniciando com desenvolvimento web ou migrando suas aplicações desktop se perdem por escolher uma ferramenta cujo o nome é interessante ou que aparentemente seja pura "magia" dois ou três cliques e logo sai do outro lado um sistema completo como um ERP ou um CRM, fácil não?
É aqui que gostaria de falar de algo que está acontecendo no desenvolvimento web, a poucos anos atráz um cara chamado David Heinemeier Hansson conseguiu extrair de uma das suas aplicações o Framework com nome de Rails, estranho né? Pois partiu de um sistema e não framework, depois o sistema e você já ouviu falar de Rails? Se não ouviu "ainda" esta é uma ótima hora para conhecer e ver o que você ou sua empresa ganha com isso tudo.
Em 1995 um cara chamado Yukihiro 'Matz' Matsumoto criou uma linguagem chamada Ruby, uma linguagem dinâmica (isso faz parte produtividade), onde tudo pode ser alterado em tempo real e totalmente orientada a objetos. O legal é que tudo pode ser considerado um objeto, ou quase tudo... os métodos de uma classe não.
O Rails, ou mais conhecido como Ruby on Rails, ou ainda RoRé, é um "meta-framework" desenvolvido em Ruby e de código aberto assim como Ruby. De cara leva em sua arquitetura o design pattern "MVC" (Model-View-Controller). O molde MVC oferece vantagens significativas no desenvolvimento de aplicativos, através da separação das camadas, possibilitando implementar com maior facilidade e clareza questões programáticas importantes como a persistência de dados, controle de segurança, comunicação em rede e fluxo de visualização.
O Rails ainda contém 5 outros frameworks:
Active Record;
Action Pack;
Action Mailer;
Active Support;
Active WebServices.
Cada um destes "mini-frameworks" está disponível viagem (sistema de gerenciamento de pacotes para Ruby), mas todos eles são baixados e instalados automaticamente quando se instala o gem do Rails .
Um dos grandes problemas de vários frameworks que vejo por aí no mercado é sua configuração complexa baseados em arquivos xml´s, isso deixa em MUITO a desejar para quem esta aprendendo, tornando a curva de aprendizado maior. Em Rails isso praticamente não existe pois a idéia é que no lugar de configurações existem somente convenções facilitando a configuração do banco de dados e outros.
Outro ponto forte do rails é o DRY (Don't Repeat Yourself, Não se repita) é o conceito por trás da técnica de definir nomes, propriedades e códigos em somente um lugar e reaproveitar essas informações em outros. Por exemplo, ao invés de ter uma tabela Produtos e uma classe Produto com uma propriedade um método "acessador" (getter) e um "mutador" (setter) para cada campo na tabela tem-se apenas no banco de dados.
As propriedades e métodos necessários são "injetados" na classe através de funcionalidades da linguagem Ruby. Com isso, economiza-se tempo, já que não é necessário alterar a tabela, o "bean", o "form bean", o "local home", o "home", o "session", etc... Alterando apenas no banco de dados, tudo o que se baseia nessas informações são atualizadas automaticamente.
Bom, já ta na hora de colocar a mão
na massa, correto? A partir de agora teremos muitas máterias
práticas passo a
passo, ensinando desde a instalação Windows/Linux
até criar um caso real e de uso em produção
de um sistema de verdade. Vamos aprender muito conceito e arquitetura
do Ruby e muita coisa prática de Rails. Conto com você nas
próximas máterias, grande
abraço e... sucesso!
Links relacionados:
http://www.rubyonrails.com.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/MVC
Leandro Vieira
Muito bacana a máteria. A expressão do momento sem dúvida é o MVC, um verdadeiro buzzz no desenvolvimento web. Não trabalho com o Ruby e sim com o PHP, e devido o PHP5 o MVC também começou a ser o buzzz do momento nessa última linguagem.
Estarei na ansiedade pelas próximas matérias.
Um abraço.
Felipe Alencar Magalhães
Já tinha ouvido falar d RoR e até li um pouco (muito pouco, não vou mentir).
Gostei da matéria, realmente produtividade é o que há. Em ColdFusion também há todo o tratamento de MVC como o bam-bam-bam da parada e não é por menos.
As linguagens pra web parece que chegaram em sua maturidade e estão cada vez mais robustas e exigindo mais dos programadores...
Tá de parabens meu caro!
Fico no aguardo de mais materias
Charles Schaefer
Cara,há um certo tempo venho querendo aprender ruby. Tudo bem, nos últimos tempos ruby tem se tornado uma estrela da web, devido à sua facilidade, e, agora com o rails, sua versatilidade. Mas como diria um desses gurus americanos "if business like, you love it". E agora com a notícia de que vc vai nos dar umas aulinhas fiquei até empolgado....Aguardo a próxima matéria anciosamente....
Micox JCG
Olá.
Se seu objetivo foi explicar Ruby on Rails para iniciantes nela, gostaria de dizer que não alcançou. Leve isto como uma crítica construtiva. Entrei achando que iria passar a entender o tal ruby, mas não mudou nada na minha cabeça. Faltou didática. Vc fala como se estivesse falando só pra quem entende do Ruby (acho).
Espero melhoras nos próximos artigos. Estarei aguardando. To doido pra saber mais desse ruby.
Nilton Andrade
Micox... no meu ponto de vista o autor quis primeiramente fazer uma apresentação dele como colunistas aqui... como ele mesmo disse que virá muitos exemplos e artigos daqui para frente.
Gostei do artigo :)
T
Carlos Eduardo
Olá obrigado a todos que deixaram um comentário, as próximas máterias estão vindo muita coisa boa, desde a instalação passo a passo, até mesmo criar uma aplicação real usando 100% ajax, aguardem...
alexandre nogueira
Nunca tinha ouvido falar no tal Ruby e acredito que fiquei sem entende-lo. A matéria não explica nada direito.
Marcelo .
O autor além de ter um português horrível, não sabe explicar nada sobre o tema. Sinceramente a IMasters esta com péssima qualidade. Antes de dispor artigos na Internet, o Portal deveria impedir que pessoas, como o autor desse artigo, assassinassem a gramática. Exemplos como esse são uma desmoralização para as pessoas que vivem de tecnologia. Só peço mais responsabilidade com a nossa classe.
Charleno Queiroz Pires
Rpz, queria ver se o Marcelo Farias, conseguiria se propor a escrever artigos mensais, semanais, seja como for. Queria saber se ele se propunha a perder seu tempo estudando e tentando ajudar as pessoas, mostrando novas tecnologias e tudo o mais. Tenho certeza que não conseguiria, mesmo com todo o seu poder absoluto de gramática. É interessante como as coisas são, uma pessoa resolve emitir opinião, mostrar as pessoas novas tecnologias, novos caminhos, novos rumos da computação, e as pessoas se quer olham pro conteúdo, analisam gramática, sendo que a mesma vem sendo massacrada pela web, pela nova forma de comunicação. Vai crescer!!! Já ouviu falar em linguística?
Oberaldo Büll Junior
Muito bom o artigo Carlos, atualmente, o RoR está tomando uma grande fatia do mercado, é muito importante artigos assim para nos ajudar a conhecer melhor a ferramenta em que iremos desenvolver!
tiago santos
Além de seus artigos serem fracos já existem publicados na internet..favor acrescentar um pouco a comunidade ruby porque isto não esta ajudando nimguém!
Charles Babagge
Além do cara se auto promover e não ter didática, ele está conseguindo a façanha de não acrescentar nada para a comunidade RoR. Olha Imasters, vamos avaliar melhor os colunistas, por favor !.
Ken Awamura
1. Primeiramente e mais importante, pq encapsula demais a linguagem ruby tornando muito obscuro em determinados momentos, sao os Railsisms que vira uma pseudo ling em cima do ruby e como consequencia se vc soh faz Rails e derrepente quer des. uma ap. desktop com ruby, vai ver q seu ruby nao eh tao ruby assim
2. Monolitico e full-stack: isso tem pros e cons, mas na minha opiniao tem mais contras.
3. Com o merge com o frwrk Merb, vai ficar mais modular, indo contra a sua propria filosofia e do Merb tbm, e se nao for bem feito o merge ... vai ter mais problemas ... nao vai ser tao optionated sw como pretendia ...
4. Excesso de Rails Magic: 'huh, funca, mas nao sei como!'
5. Tres tipos Rounting: simple, named e restfull ... seria legal se eu pudesse desacoplar os que nao quero utilizar (mas tbm tem suas vtgs)
6. Forca MVC, nem sempre precisamos de MVC ... tbm vai mudar com o merge com o merb
7. Bloated framework ... gosto de frwrks enxutos
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